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Ameaça fantasma, ou não...
Os Aliados venceram os "nazistas",
mas se tornaram escravos de sua memória
Assim profetizara Michael Wayne Godwin, em 1990:
| “Se uma discussão na Internet
se prolonga por algum tempo, a chance de aparecerem comparações
envolvendo Hitler ou nazistas se aproxima de 100%”. |
Foi com esta assertiva que verificou um curioso fenômeno
do meio virtual: Hitler e sua ideologia estariam presentes em todo
e qualquer debate que se protraísse no tempo. A notável
perspicácia deste advogado não revela, porém,
a verdadeira expansão da recorrência indiscriminada
ao referencial “nazista”. O próprio autor da
chamada “Lei de Godwin” talvez não
tenha percebido a dimensão do tema. Algo maior se acoberta.
Poderia um pesquisador comportamental humano aduzir ao reflexo
maniqueísta imediato, ou seja, o momento de nosso raciocínio
a que sejamos orientados a nos utilizar da comparação
mais inequívoca possível: a citação
“nazista” como argumento irrefutável. Há
quem diga que não apenas habita o nível do inconsciente
esse recurso, como em maior escala é uma acusação
freqüente contra aqueles que rebaixam o nível de uma
discussão, valendo-se de tão óbvio instrumental
retórico. Tem-se, pois, que a “Lei de Godwin”
é ordinariamente evocada como condenação à
alegada deslealdade intelectual manifestada em uma confrontação
de idéias. Busco identificar mais do que isso, e para tanto
faço um breve exercício de remembrança. Irá
se observar que a fagulha ativada pelo assunto poderá nos
conduzir a conclusões surpreendentes.
Por que a citação comunista não
provoca o mesmo efeito? - NR.
Vamos aos fatos
Uma breve visita a qualquer livraria ou banca de jornal, por exemplo,
nos provém de importante constatação: há
abundante material comercializado acerca da temática que
envolve a Segunda Guerra Mundial. Não raros são aqueles
estabelecimentos que destacam uma seção própria
para o assunto. Ou então as inúmeras coleções
e documentários que exploram o período do III
Reich. Ora atacam para o mercado da historiografia militar,
ora para as biografias ou mistérios do Führer, ora para
a ascensão do N.S.D.A.P., mas, indubitavelmente, o maior
campo dessa indústria é a religião do Holocausto.
Chega a ser pornográfica a sanha com que exploram o suposto
genocídio judeu; não descarto a possibilidade da existência
de um público com prazeres duvidosos emanantes dessa liturgia.
Obra do fundamentalismo judaico. Ele coloca
todas as pessoas que se denominam "judeus" como alvo de
rancores e dissabores de suas intrigas e perversidades... –
NR.
Mas estes exemplos não esgotam sequer as possibilidades
mínimas. Remeto agora para o mercado de produções
cinematográficas, que não mede esforços em
recriar despudoradamente a imagem paradigmática da maldade
nazista. E eis que, no ápice da exibição -
o momento crucial – surge a imponente suástica para
materializar tudo aquilo de repugnante que fora retratado. Quem
já não viu essa cena? Mas a analogia “godwiniana”
nem sempre se faz tão explícita; pode ser no sutil
sotaque alemão daquele vilão terrível, ou então,
a contrario sensu, o pobre Samuelzinho que reconstruiu
a vida após a perseguição na Europa. Falta
criatividade aos propagandistas do Sionismo Internacional!
Da mesma forma como existem excessos por parte
dos mulçumanos, por exemplo, as reações exacerbadas
diante da "profanação" da imagem do profeta
Maomé; ou então o fundamentalismo católico
da Opus Dei; existe também o fundamentalismo judaico, expressado
claramente através do Sionismo– NR.
Há pouco, a experiência política brasileira
se deparou com um acontecimento extravagante, em que o Ministro
das Relações Exteriores foi veementemente rechaçado
pela comunidade diplomática, quando de sua menção
à já massacrada passagem de Goebbels sobre a repetição
de mentiras. Embora o ministro alemão
tenha apenas mencionado o que já havia sido documentado por
um rabino décadas antes – NR. Mais pitoresco
ainda foi assistir um alto membro da Fórmula-1 ser
pego em momento de orgia, com toda a parafernália para simular
o subjugo de um campo de concentração. E quem não
se lembra do príncipe inglês que fora condenado por
fantasiar-se como um oficial do exército alemão? Se
formos atentar, a lista freak não tem fim...
Conhecida a popularidade dos jogos eletrônicos, não
poderia deixar de apontar, ainda, o quão emocionante deve
ser emular a invasão da Normandia, lutar em Stalingrado,
ou até mesmo confrontar a Divisão Panzer
diretamente. Sim, a indústria dos jogos de videogames é
outra que conta e reconta essa história que todos já
cansamos de ouvir. O problema é que depois de 20 ou 30 vezes
participando da operação anfíbia no norte da
França, também deve dar uma vontade danada de pilotar
um Stuka; talvez não previssem isso.

Godwin, o profeta de uma eterna ameaça?
Refiro-me, portanto, a uma espécie de “ciclo
de referências nazistas”: na faculdade, no trabalho,
ao assistir televisão ou conversando entre amigos; não
podemos escapar dessas analogias já tão bem consolidadas,
certas, inquestionáveis. Mesmo que em maior parte sejam comparações
sequer vagamente relacionadas com aspectos objetivos do período
de domínio hitlerista. O “nazismo”, ou Nacional-Socialismo,
é uma ideologia que tem tamanha visibilidade que resulta
um questionamento inevitável: Por quê? Afinal, dentre
as inúmeras outras possibilidades de citações
históricas, qual a razão desse privilégio de
enfoque? Haveria ainda algum tipo de ameaça? Fica, não
obstante, uma única certeza: pelo bem ou pelo mal, o espírito
de Hitler perdura pulsante. Mesmo a sabedoria popular já
nos ensina – “ninguém chuta cachorro morto”.

A profecia: o retorno triunfal?
Vale lembrar que a base ideológica do poder mundial vigente
deriva dos desdobramentos pós-45. A viabilização
da ONU, a evolução do Direito Internacional, a criação
do Estado de Israel, a ascensão das duas principais ideologias
vencedoras do conflito (modelo capitalista norte-americano e comunismo
soviético), a globalização econômica
e cultural, a “renovação” dos padrões
de comportamento e valores morais, enfim, toda a lógica que
rege a sociedade contemporânea é absolutamente ligada
à vitória militar dos Aliados sobre o Eixo; culminando
hodiernamente na condenação e perseguição
de todos os resquícios dos movimentos nacionalistas da primeira
metade do século XX. Esse reconhecimento é condição
vital para qualquer tentativa de compreensão e análise
da “Nova Ordem Mundial”. A História compreende
a supremacia de grupos de influência que buscam deslegitimar
os regimes ou ideologias precedentes, dentre um critério
de julgamento imediatista.
O banho de sangue após a Segunda Guerra,
executado pela Nova Ordem Mundial, deixou seu rastro “democrático”
na Coréia, Vietnã, Nicarágua, China, El Salvador,
Cuba, União Soviética, Palestina, Líbano, Iraque,
Afeganistão, Báltico, Cáucaso, etc –
NR.
Posto isso, a conclusão forçosa é de que
o Sistema se alimenta integralmente da versão histórica
oficial para os acontecimentos ligados à 2ª G.M. Não
pode e não quer se desvencilhar do “nazismo”
por um único motivo: a subsistência das ideologias
dominantes depende da constante reafirmação de que
aqueles que hoje ocupam as posições de poder são
os “heróis”, vitoriosos sobre o “mal”.
Evidente simbiose entre a necessária legitimidade e a manutenção
do mito. Os Aliados venceram os nazistas, mas se tornaram escravos
de sua memória, atormentados pelo medo de seu retorno.

O Nacional-Socialismo: pedra angular de legitimação
do Sistema
Fato curioso é observar o ressurgimento de movimentos denominados
“neonazistas”. A despeito de todo o esforço para
a condenação desta ideologia, surpreende o aparecimento
de tantas organizações clandestinas empunhando esta
que é a bandeira mais difamada de todas.
Clandestinas, pois esta ideologia é discriminada
através do código penal - NR.
Também peculiar é perceber a estruturação
destes grupos com especial força justamente nos países
mais destacados da composição dos Aliados, a saber:
Rússia, Estados Unidos e Reino Unido. Quanta ironia! Assiste-se
ao avanço “neonazi” em solo tradicionalmente
sob absoluta influência sionista. Indicativos de uma revolução
ainda em curso...
O número crescente de adeptos do Nacional-Socialismo
original, não de movimentos neonazistas caricatos, parece
preocupar o sistema: são pessoas comuns que em parte pertencem
às correntes revisionistas, e que simplesmente não
aceitam mais a idéia do genocídio judeu. Negando o
Holocausto, condenando a sistematização de um plano
de homicídio em escala industrial, elas se revelam pessoas
de bem e que não coaduam com tal alegada selvageria–
NR.
E não se pode tratar do presente tema
sem tecer especiais considerações acerca do Revisionismo
do Holocausto. Corrente de pesquisa depreciativamente definida como
“mera extensão dos movimentos neonazistas com finalidade
de tornar sua ideologia uma alternativa política aceitável
novamente”. Tento imaginar o enrubescimento causado por tamanha
impostura. São os lacaios do Sionismo Internacional, estes
sim, que trabalham incessantemente para impedir o ressurgimento
do Nacional-Socialismo, principalmente através da manutenção
do mito do Holocausto, e não o contrário! Vejam
o absurdo, em que a luta pela verdade histórica é
acusada de fraudulenta por aqueles que realmente possuem o poder
de manipulação, pois ocupam as posições-chave
na sociedade (mídia, governo, meio acadêmico, organizações
internacionais e de lobby econômico). A supressão do
espírito crítico com vistas à pacificação
política, dogmatizados pontos
estratégicos da História Mundial, é prática
já amplamente denunciada e com validade em vias de exaurimento.
Configura-se, na verdade, a versão oficial do Holocausto
em mera extensão do movimento Sionista a fim de atender seus
interesses.
De certa forma, o ataque opositor fortaleceu ainda mais o NS,
dando-lhe publicidade; sua mística se revigorou, buscando
se adaptar a contextualização do novo milênio.
Ao contrário do que li há pouco em um fórum
de discussões, onde se dizia – “threat is
over”, a potencialidade lesiva da exposição
da mentira é proporcional ao furor que se dirige aos focos
de resistência. Contra quem vão se virar quando desmascarada
a conspiração? Os mesmos que hoje riem soberbos em
seus tronos serão aqueles a estampar pendurados nos postes
de luz.
Tão risonhos e soberbos eles não
estão mais - NR.
Godwin, inocentemente, apenas apontou um sintoma da redenção.
Caleari
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