Aquela mídia a serviço da Plutocracia
"Ela é vã, injusta, mentirosa"
"A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite.
Tal interpretação da palavra nos tempos que vão
vir fará com que toda liberdade esteja em nossas mãos,
porque as leis destruirão ou criarão o que nos for
agradável, segundo o programa que já expusemos.
Com a imprensa, agiremos do seguinte modo. Que papel desempenha
agora a imprensa? Serve para acender as paixões ou conservar
o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta,
mentirosa e a maioria das pessoas não compreende absolutamente
para que serve. Nós lhe poremos rédeas, fazendo o
mesmo com todas as obras impressas, por que de que nos serviria
os desembaraçamentos da imprensa, se servíssemos de
alvo a brochura e ao livro? (...)
Nada será comunicado à sociedade sem
nosso controle. Este resultado já foi alcançado em
nossos dias, porque todas as notícias são recebidas
por diversas agências, que as centralizam de toda a parte
do mundo. Essas agências estarão, então, inteiramente
em nossas mãos e só publicarão o que consentirmos.
(...)
Quem quer que deseje ser editor, bibliotecário ou impressor,
será obrigado a obter um diploma, o qual, no caso de seu
possuidor se tornar culpado de um malefício qualquer, será
imediatamente confiscado. Com tais medidas, o instrumento de pensamento
se tornará um meio de educação nas mãos
de nosso governo, o qual não permitirá mais às
massas populares divagarem sobre os benefícios do progresso.
(...)
Se houver quem deseje escrever contra nós, não
haverá ninguém que imprima. Antes de aceitar uma obra
para imprimir, o editor ou impressor consultará as autoridades
a fim de obter a necessária autorização. Desse
modo conheceremos de antemão as emboscadas que nos armam
e as destruiremos, dando explicações com antecedência
sobre o assunto tratado.
A literatura e o jornalismo são as duas forças
educativas mais importantes, por isso, nosso governo será
o proprietário da maioria dos jornais. Assim, a influência
perniciosa da imprensa particular será neutralizada e adquiriremos
enorme influência sobre os espíritos. Se autorizarmos
dez jornais, fundaremos logo trinta, e assim por diante.
O público nem desconfiará disso. Todos
os jornais editados por nós terão, aparentemente,
tendências e opiniões as mais opostas, o que
despertará a confiança neles e atrairá a eles
nossos adversários confiantes, que cairão na armadilha
e se tornarão inofensivos."

Extrato do capítulo XII do livro apócrifo "Os
Protocolos dos Sábios de Sião", um suposto plano
para domínio mundial, editado pela Editora
Centauro. Aqui percebe-se claramente que independente ou não
de sua origem, a plutocracia usa de tal estratégia em sua
plenitude.
Nota: Em janeiro de 2006, o Ministério Público promoveu
uma ação de busca e apreensão de mais de 1.500
exemplares do livro, devido a uma representação por
parte da Federação Israelita do Estado de São
Paulo.
http://www.overbo.com.br/modules/news/article.php?storyid=578
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