Ecologicamente eliminado

"Germany must perish"

Estamos diante de mais um Dia do Meio Ambiente, Dia da Ecologia. Cada vez mais estamos preocupados com o mundo que nos cerca. Constantemente há contagens da população dos gorilas, dos elefantes, das baleias e ficamos felizes quando novas estatísticas apontam para a recuperação de determinadas espécies que se encontravam ameaçadas de extinção. Vejo agora que o IBGE acaba de publicar um mapa, ilustrado até mesmo com os desenhos dos bichinhos, que mostra 130 espécies de invertebrados que estão para desaparecer no Brasil. Entre elas vemos borboletas, besouros, aranhas e até piolhos-de-cobra. Não, não estou tratando um assunto sério com ironia, até mesmo porque já tive a oportunidade de empregar meu esforço pessoal na luta pela preservação ambiental. Achei a ocasião propícia para denunciar o perigo de extinção que paira sobre uma parcela da nossa espécie humana. Um povo inteiro está morrendo!

A Alemanha tem hoje 82 milhões de habitantes, destes cada quinto (19%) é estrangeiro ou filho de imigrantes. A maioria dos advindos é de origem oriental e com pouca qualificação profissional. A taxa de nascimento na Alemanha é de 8,25 por mil, nisto incluída a dos imigrantes, que é maior que a dos autóctones. No Brasil a taxa parece que é de 16,56 por mil. Depois da guerra o ingresso e a permanência de estrangeiros foram administrados com grande liberalidade. Considero mentira que tenham chamado os turcos porque não queriam fazer o trabalho sujo. Eu vi os alemães fazendo trabalho sujo durante e depois da guerra. Principalmente as alemãs, que mereceram até a denominação de Trümmerfrauen, mulheres dos escombros.


Mulheres alemãs no pós-guerra

Além disto, temos os membros deste povo que acham, graças à Reeducation, que devem ter vergonha de pertencer a essa etnia, renegam pais e avôs. Preferem dizer que são “europeus”.

A velha guarda alemã teria vergonha da "massa biológica" que foi transformada a nova juventude alemã. Este vídeo é um belo exemplo do resultado: dois jovens de origem estrangeira espancam um jovem alemão em Berlim, o qual agredido na face direita, ainda oferece a esquerda... - NR


Jovens reeducados urinam na bandeira alemã

Teria sido a Alemanha o maior obstáculo à pretendida globalização?

Seja como for, não há como não se lembrar de certos indivíduos cujos nomes deveriam figurar entre os principais incitantes de genocídios. Estes pregaram mesmo matanças, das mais ignóbeis, mas nunca foram parar diante de um tribunal. Um Theodore Kaufman por exemplo. Assessor do Presidente Roosevelt, publicou em 1941, ainda antes de declarada a guerra entre Alemanha e Estados Unidos, o livro GERMANY MUST PERISH. É um verdadeiro manual do ódio e de como extinguir um povo. Diz ele: Esta guerra não é contra Hitler, é uma guerra de povos civilizados contra bárbaros... Alemanha deve ser eliminada para sempre... deve desaparecer da face da terra... Também já oferece receitas: Vinte mil cirurgiões, fazendo cada um 25 operações/dia, não levariam mais de um mês para esterilizar 4.800.000 homens e mulheres.

Não preciso falar do Plano Morgenthau, amplamente conhecido. Idéias parecidas teve Louis Nizer, membro da Loja B’nai-B’rith, que em 1943/44 publicou o livro WHAT TO DO WITH GERMANY? O General Eisenhower distribuiu 100 mil exemplares aos seus soldados na Europa. Louis Nizer responde à pergunta O QUE FAZER COM A ALEMANHA que formula no título: 1. Erradicação, 2. Criação selecionada (como se faz com gado), 3. Repartição política, 4. Deportação. Claro que tudo isto sempre é bem fundamentado e justificado com as maiores mentiras. Outro que sabia como praticar um genocídio “legal” foi Earnest Albert Hooton, mencionado no site da Harward com tendo sido uma autoridade maior em assuntos de antropologia racial.

Ao invés de aplicar o plano Morgenthau, os burgueses apátridas preferiram colocar em prática algo mais sutil: o Plano Kalergi - NR.

A destruição étnica do povo alemão foi um claro objetivo da cúpula aliada nesta guerra. Daí o trabalho e a preocupação dos assim chamados Revisionistas. Na realidade são preservacionistas empenhados em salvar da extinção esta parcela da nossa espécie que já fez muito pelo nosso mundo e muito pelo nosso Brasil.

Norberto Toedter

http://2a.guerra.zip.net/

Imagens inseridas pela equipe do inacreditavel.com.br - NR.

A propaganda de guerra aliada continua até os dias de hoje e é responsável pela dominante análise unilateral dos acontecimentos pertinentes à época da Segunda Guerra Mundial. Os governos instaurados na Alemanha do pós-guerra pelos aliados endossam exatamente a cantiga dos objetivos de guerra. Através de uma pseudo-soberania, estes "governos alemães" coadunam com a tese da culpa exclusiva da Alemanha pelo último conflito mundial - NR.

 

Voltar