Volta da censura em gestação no Congresso Nacional

Um projeto de lei a serviço do povo. De qual povo?

Saio hoje da forma habitual de escolher os assuntos, porém sem deixar de atender aos objetivos deste blog. Quero me dirigir especialmente aos nossos representantes no Congresso onde tramita um projeto, que, se virar Lei, atestaria definitivamente que deixamos de ser nação soberana. Estar-se-ia violentando os direitos individuais e coletivos assegurados pela nossa constituição. Estaria liberada a caça também no Brasil, a caça a pesquisadores, a pensadores, a gente que busca a reparação de injustiças. Isto não em benefício do Brasil e, sim, em proveito exclusivo de um povo alienígena. Está em tramitação na Câmara o Projeto Lei 987/2007, que em síntese diz o seguinte:

"Penaliza quem negar ocorrência do holocausto ou de outros crimes contra a humanidade, com a finalidade de incentivar ou induzir a prática de atos discriminatórios ou de segregação racial."

Não há como negar que quase todas as nações que participaram do conflito mundial tiveram vítimas a lamentar. O Brasil também chorou os seus mortos. Os judeus, que então se chamavam de Judea, pois Israel não existia, foram os primeiros a se declarar em guerra e nesta guerra tiveram suas perdas humanas. Ao contrário dos demais beligerantes tiveram o cuidado de encontrar um nome fantasia para estas perdas e o mercantilizaram com sucesso (vide Norman FinkelsteinA indústria do Holocausto). Hamburgo, a cidade em que vivi e quase morri durante a guerra teve dezenas ou centenas de milhares de mortos civis, mas deixou de criar uma logomarca para propagar suas perdas. Quem deu um nome a elas foi o autor da chacina, o comandante das forças aéreas anglo-americanas. “Operação Gomorra”, sugestivo não? Mas não foi muito divulgado.

Agora um deputado brasileiro (?), Marcelo Zaturansky Itagiba, propõe ao nosso Congresso a proteção legal e incondicional daquele nome fantasia, que ninguém mais pode dizer que desconhece. Com o propósito de tornar a proposta mais digerível fala em “outros crimes contra a humanidade”, mas não os define nem relaciona. Justifica sua proposta alegando a existência de leis semelhantes em países da Europa. São nações-colônia Deputado Zaturansky. Quer que o Brasil se junte a eles?

Quanto à preocupação com a discriminação racial há que se perguntar: O que incentiva ou induz mais a prática de atos discriminatórios ou de segregação social ACUSAR uma etnia insistentemente durante quase três gerações ou tentar DEFENDÊ-LA?

E as Escrituras Sagradas, Deputado Zaturansky, também serão proibidas? São amplamente divulgadas, milhões lêem seus textos diariamente e lêem também em Josué 23 - 12,13 que o SENHOR adverte seriamente o seu povo (o eleito) a não se misturar, a não se aparentar, a não se apegar ao restante das nações. Caso contrário terá grandes sofrimentos e perecerá na boa terra que o SENHOR lhe deu.

O proponente do projeto 987 também fala em ONU. Pois esta mesma ONU já chegou a condenar, com o voto do Brasil, o próprio sionismo de racista, mas não resistiu ao lóbi e mais tarde voltou atrás.

Finalizando, peço aos meus leitores que conhecem ou têm contato com alguém no Congresso que lhe encaminhem uma cópia deste pequeno ensaio. Talvez ajude a evitar esta vergonhosa submissão que está se anunciando.

Norberto Toedter

http://2a.guerra.zip.net/

A total inversão dos valores morais (ler aqui o artigo do jurista Ives Gandra) são marca registrada dos dias atuais. Tal situação se verificou também no início deste século, antes da Primeira Guerra Mundial, e também durante a República de Weimar que antecedeu a segunda - NR.

 

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