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Campanha de Vacinação contra Rubéola
"há antecedentes de verificação
de substâncias alienígenas nos componentes"
No último dia 14 deste mês (14/08/2008), o site LifeSiteNews.com
publicou matéria do brasileiro, escritor e ativista pró-vida
Júlio
Severo (de 12/08/2008), denunciando que “o início
de um programa compulsório de vacinação em
massa no Brasil está levantando suspeitas entre ativistas
pró-vida internacionais, que notam que o programa é
semelhante a outros em anos recentes que incluíam um agente
esterilizante oculto nas vacinas”.

Estes agentes anti-fertilidade provocariam uma esterilidade, provavelmente
temporária, ao fazerem com que o sistema imunológico
da mulher se voltasse contra a gravidez, passando a confundir o
hormônio natural da gravidez com um germe de infecção.
Dessa forma, o corpo da mulher acabaria abortando quaisquer possíveis
óvulos fecundados, porque o organismo o encararia como um
corpo estranho danoso.
Quando a gente se depara com uma denúncia como esta, a tendência
é não acreditar (“não é possível
que exista gente capaz de fazer um negócio desses”).
Mas, então, a gente respira fundo e se põe a fazer
um mínimo de investigação a respeito do assunto,
para ver se é coisa que se deva apurar mais profundamente
ou não. Foi o que fiz e, por isso, não posso deixar
de também levantar a questão publicamente, uma vez
que há pontos obscuros suficientes na campanha de erradicação
da rubéola do ministério da saúde para que
assim seja feito. Infelizmente, devo dizer.
A rubéola é uma doença benigna, que não
deixa seqüelas. Seu perigo é quando contraída
por mulheres grávidas, podendo causar aborto ou deformações
graves no feto - o bebê pode nascer com problemas como cegueira,
surdez e retardo mental, característicos da Síndrome
da Rubéola Congênita. A rubéola é uma
doença contagiosa causada por vírus, cuja transmissão
é feita de pessoa a pessoa, geralmente, pela via respiratória.
O período de incubação pode ser de até
20 dias e os sintomas mais freqüentes são febre, manchas
vermelhas pelo corpo e ínguas no pescoço e na nuca.
Há casos que podem não apresentar os sintomas e a
doença passar despercebida.
Na verdade, por intuição, desde a divulgação
da vacinação em massa, eu havia decidido que não
tomaria a vacina e nem tampouco meus filhos. Isso foi antes de a
faixa etária alvo da campanha ser mais amplamente divulgada
– o que não nos incluiria, afinal. Mas, por que eu
havia tomado a decisão de não tomar a vacina? Ora,
porque eu sei muito bem que a vacina contra rubéola ou é
tomada na infância, em duas doses, ou na idade adulta em uma
única dose e que, nas duas hipóteses, a imunização
vale para a vida toda. E eu e meus filhos já tomamos as vacinas
– eles, na infância, de acordo com a tabela de vacinação,
e eu, quando jovem adulta.
Todas as tabelas de vacinação existentes no país
assim o estabelecem – as de clínicas particulares,
do IBGE e as do próprio ministério da saúde
(verifique na tabela abaixo – clique em cada figura para ampliar).
Aliás, o próprio site da campanha “Brasil Livre
da Rubéola” (link ‘A RUBÉOLA’, item
n. 27) está escrito:
27. Uma pessoa vacinada na infância
pode manifestar a doença quando adulta?
Se a pessoa apresentou resposta imune após a primeira
dose, terá proteção duradoura, provavelmente
para a vida toda. |

Tabela de vacinação do Min. da Saúde
- clique p/ ampliar

Calendário básico de vacinação
do IBGE - clique p/ ampliar

Tabela de vacinação de clínica particular
- clique p/ ampliar
Bem, por que, então, estaria sendo gasta uma fortuna para
vacinar, indiscriminadamente, toda uma população de
jovens entre 20 e 39 anos, mesmo os que já tenham tido a
doença (podendo comprovar com atestado médico ou com
teste imunológico) ou os que já tenham sido vacinados?
Respondendo a esse questionamento, o site da campanha afirma que
“O caráter da campanha de vacinação
é de realizar a eliminação da circulação
do vírus da rubéola no País”. Ora,
se o objetivo é mesmo eliminar ‘a circulação’
do vírus, por que deixar de fora crianças e adultos
mais velhos? Eles não estão entre todos os outros
membros que circulam pela sociedade? Não respiram o mesmo
ar?
Observem, então, outra resposta que está no site:
“Estudos de soroprevalência demonstraram que as
pessoas maiores de 40 anos já estão protegidas, pois
adoeceram em algum momento de suas vidas. Além disso, os
surtos demonstram que as faixas etárias mais acometidas foram
entre 12 a 39 anos, sendo a maior incidência de 20 a 29 anos.
Existem muitas doenças com manifestações idênticas
à rubéola, pelo qual o antecedente de enfermidade
exantemática não indica que a pessoa teve rubéola”.
(Vamos combinar de fingir que não estamos vendo os inúmeros
erros de concordância cometidos nas duas respostas)
Bom, então, vamos ter que rever a lógica do ministério
da saúde. Se ele diz que os jovens que tenham tido a doença
devam ser vacinados por não poderem ter certeza de que realmente
tenham tido rubéola, é óbvio que esta mesma
dúvida devesse pairar sobre os menores de 12 e os maiores
de 39 anos. Por que os indivíduos com mais de 39 anos estariam
imunes por provavelmente já terem tido a doença –
dessa vez, com certeza absoluta – e os com idades entre 12
e 39 anos não?
Além disso, há que se considerar que a vacina contra
rubéola (vacina tríplice viral, que protege contra
sarampo, rubéola e caxumba) foi implantada no calendário
oficial de vacinação da rede pública, em 1992,
a partir de quando passou a ser aplicada nas crianças, em
duas doses: a primeira, aos 12 meses, e o reforço entre 4
e 6 anos de idade. Igualmente, desde aquela época, crianças
mais velhas, jovens e adultos que não tivessem tido especificamente
a rubéola puderam fazer a imunização –
e assim muita gente procedeu. Tanto é que, se em 1997, o
país registrou cerca de 32 mil casos da doença, em
2005, foram apenas cerca de 300 casos. E os dados são do
próprio ministério da saúde. De modo que, seria
de se esperar que, em virtude da época em que a vacina começou
a ser administrada na rede pública, pelo menos todos os jovens,
hoje com até 16 anos (2008–1992), estivessem imunizados
pela vacinação ordinária, independentemente
de campanhas.
Dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo,
por exemplo, revelavam que o Estado havia registrado, em 2005, o
menor índice de rubéola da história –
foram apenas 27 casos. Os dados de outros estados do Brasil também
não eram nem um pouco alarmantes. Levantamento da Secretaria
de Saúde do Paraná - outro exemplo - mostravam que,
de 2003 a 2005, não havia nenhum caso de rubéola registrado
naquele estado. Subitamente, entretanto, a partir do segundo semestre
de 2006, o quadro nacional de incidência da doença
se modificou repentinamente. Foram registrados, em 2007, 2852 casos
no Rio Grande do Sul, 1.698 no Rio de Janeiro, 1.659 em São
Paulo, 472 no Distrito Federal, 452 na Paraíba,342 no Ceará,
284 em Goiás, 212 em Minas Gerais, 209 na Bahia, 95 em Mato
Grosso, 90 em Santa Catarina, 73 no Espírito Santo, 63 no
Paraná, 50 em Pernambuco, 43 em Alagoas, 35 no Tocantins,
23 em Mato Grosso do Sul, 11 no Rio Grande do Norte e 7 no Maranhão.
– totalizando 8.683 casos, dos quais 69% em homens –
número que corresponde a 5.992 casos.
Como isso aconteceu? Por que? Podem pesquisar... Não há
informações a respeito do assunto, excetuando-se uma
investigação feita no Rio Grande do Sul sobre a suspeita
de ‘importação’ do vírus, que teria
chegado a aquele estado trazido por trabalhadores estrangeiros vindos
da Ásia para trabalhar em uma fábrica. A suspeita
foi a de que, como havia brasileiros homens adultos não imunizados
contra rubéola que se misturaram com os estrangeiros recém
chegados, a doença tenha acabado por se espalhar entre eles
e, através deles, para outras pessoas da população.
Como se sabe, a doença não é grave, a não
ser que seja contraída por mulheres grávidas. Entretanto,
apesar de todos os surtos, em 2007, foram registrados, de acordo
com dados
do ministério da saúde, um total de apenas 17
casos de Síndrome da Rubéola Congênita (SRC)
confirmados: 7 em São Paulo, 2 em Minas Gerais, Rio de Janeiro,
Rio Grande do Sul e Distrito Federal, respectivamente, e 1 no Espírito
Santo e outro no Piauí.
A pergunta é: num país como o Brasil, de proporções
territoriais continentais e com cerca de 200 milhões de habitantes,
repleto de problemas muito mais graves e urgentes, inclusive na
área de saúde pública, 17 casos de SRC justificam
uma vacinação, em massa, contra rubéola, em
70 milhões de pessoas – total que a campanha pretende
vacinar? Justificam o empenho de milhões e milhões
de reais que estão sendo gastos somente com a campanha publicitária?
Campanha esta, aliás, que parece estar pretendendo muito
mais convencer as pessoas de algo que não lhes pareça
muito lógico, do que simplesmente informar sobre a existência
da vacina e da possibilidade de que seja tomada gratuitamente nos
postos autorizados por quem ainda não tiver tido a doença
ou tomado a vacina anteriormente (o que, obviamente, seria o lógico).
No site
do ministério da saúde, vemos recomendações
de lógica duvidosa a respeito da campanha de vacinação
contra rubéola. Em matéria que divulga que o ministério,
em articulação com o estado de São Paulo e
a prefeitura de Barretos, firmou parceria com a organização
da 53ª Festa do Peão de Boiadeiro, para vacinar homens
e mulheres de 20 a 39 anos, podemos observar o ‘esclarecimento’
sobre se quem tiver tomado a vacina recentemente deve se vacinar
novamente na campanha: “Com certeza. A estratégia
da vacinação de campanha é diferente da rotina.
Isso porque durante uma campanha há a vacinação
em massa de indivíduos, o que forma uma rede de proteção
individual e coletiva. Tomando a vacina, o indivíduo fica
protegido, não transmite a doença e contribui para
que o vírus seja eliminado do meio ambiente. Tanto quem já
se vacinou no passado e quem já teve a doença de se
vacinar”.
Em outras palavras: o ministério está dizendo que
quem já tomou a vacina e que quem já teve a doença
não pode se considerar imunizado (o que NÃO É
VERDADE) o bastante e em tempo, devendo, pois, vacinar-se, de qualquer
maneira, na campanha. E que, para que todos que convivam em sociedade
(exceto num ambiente onde haja indivíduos fora da faixa etária
12 – 39 anos, considerada na campanha – ou seja, num
mundo que não existe) fiquem realmente imunes à doença,
deve-se vaciná-los, a todos, na mesma época. Isso
é mais ou menos como dizer que a cada novo filho que nascesse
numa família, por exemplo, todos os membros desta tivessem
que se submeter (novamente, é claro) a todas as vacinações
que tivessem que ser administradas ao novo membro, para que ‘qualquer
eventual vírus fosse eliminado do ambiente familiar’.
Ou seja, um absurdo.
As informações divulgadas na campanha também
vão de encontro ao que informa um dos centros de informações
em saúde para viajantes mais importantes do país,
o CIVES,
da Universidade Federal do RJ, que tem como objetivo “a prevenção
de doenças em viajantes, através do atendimento indivídual
e de consultoria para empresas e instituições”.

CIVES - Centro de informações em Saúde
para Viajantes
Clique no quadro ao lado, para ampliar, e veja alguns dos principais
esclarecimentos e recomendações que o CIVES faz em
relação à rubéola e aos procedimentos
de imunização. Trata-se de informações
sérias que são dadas a estrangeiros que entram no
país bem como a brasileiros que saem daqui para o exterior
– coisa que deve, e efetivamente é, levada muito a
sério por países desenvolvidos que recebem visitantes
estrangeiros do mundo todo.
Além de todas estas questões mal respondidas e que
por isso podem levantar sérias dúvidas quanto aos
reais propósitos da vacinação em massa contra
rubéola aqui no Brasil, há antecedentes de verificação
de substâncias alienígenas nos componentes que seriam
os normais em determinadas vacinas, que foram usadas em campanhas
semelhantes, todas também patrocinadas pelo UNICEF, e acontecidas
em outros países – nenhum deles desenvolvido, é
claro, embora haja denúncias antigas, nos EUA, de que algumas
vacinas, alguns remédios e até alguns alimentos sejam
veículos através dos quais se incuta nos cidadãos
substâncias que pretenderiam obter outros efeitos (não
informados aos consumidores) além daqueles para os quais
se propõem oficialmente.

Efeitos colaterias da vacinação contra Rubéola
na Nigéria
É o caso da campanha de vacinação em massa
contra a pólio na Nigéria, em 2004, [http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/mar/04031101.html]
(clique na fig. acima) e a da contra a rubéola, na Argentina,
em 2006, [http://www.diario7.com.ar/nota_completa.php?id=1536]
(clique na fig. abaixo).

Efeitos colaterias da vacinação contra Rubéola
na Argentina
Na Argentina, foi a Faculdade de Farmácia e Bioquímica
da Universidade de Buenos Aires que confirmou a presença
do hormônio gonadotrofina coriônica em vacinas distribuídas
pelo Ministério da Saúde daquele país. Esse
hormônio, em pequena dose, inoculado junto com a vacina, seria
esterilizante, por impedir, não a fecundação
do óvulo pelo espermatozóide, dentro da mulher; mas,
sim, o desenvolvimento do corpo lúteo – o que impediria
a implantação do óvulo fecundado no útero
da mãe. Tanto no da Nigéria como no da Argentina,
confirmadas as contaminações, a Organização
Mundial da Saúde e o UNICEF disseram, oficialmente, que os
‘achados’ teriam sido casos isolados de contaminação
por manipulação inadequada do produto (no caso, as
vacinas). Será?
Por isso, as suspeitas levantadas por Júlio Severo em relação
à campanha de vacinação em massa contra a rubéola
que se está realizando aqui no Brasil fazem sentido, sim,
e deveriam ser consideradas por autoridades competentes no país.
Severo diz que "É difícil responder”
se há agentes anti-fertilidade (e, digo eu: ou ainda outros
tipos de agentes nocivos) nas vacinas da campanha Brasil Livre da
Rubéola, “até porque”, justifica ele,
“quem criou esses agentes teve a clara má intenção
de usá-los da forma mais indetectável e imperceptível
possível. Mas o que não é segredo são
os sentimentos de Temporão (o ministro da saúde) e
da UNICEF com relação à vida dos bebês
em gestação”... “Assim, o que temos hoje
no Brasil é o presidente de um partido pró-aborto,
com um ministro da saúde pró-aborto, juntamente com
um UNICEF pró-aborto promovendo a inocente campanha Brasil
Livre da Rubéola...”
Severo ressalta que “Aborto, segundo a ideologia dos
engenheiros sociais, é uma medida social para reduzir a população
mundial. Daí que o interesse de Temporão na legalização
do aborto tem — debaixo de todo o confete de ‘preocupação
com questões de saúde pública’ —
a marca registrada e óbvia de interesses internacionais que
querem reduzir a população brasileira” (os
pobres, de maneira geral, eu diria)... “Aborto e contracepção
são o primeiro item na lista de objetivos dos controlistas
— indivíduos e instituições dedicados
a promover a redução da população mundial.
Para levar a população mundial a apoiar políticas
pró-aborto, os controlistas apelam para a propaganda da explosão
populacional e outras estórias de horror. Tudo é válido
para se controlar e reduzir a fertilidade humana, até mesmo
a promoção do homossexualismo”... “Pela
própria natureza, o homossexualismo é infértil,
sendo o sexo ‘ideal’ para alcançar o objetivo
da redução da população mundial”.
O escritor afirma ainda que “durante os anos, o UNICEF
tem deixado claro que, por trás de sua suposta preocupação
com as crianças, o interesse maior é o aborto e outros
meios de redução da população”...
“Em 1987, o UNICEF, oficialmente, apoiou ‘serviços
de aborto de boa qualidade’ na Conferência Internacional
de Melhores Políticas de Saúde para as Mulheres e
Crianças em Nairóbi, Quênia”... “Em
1993, o UNICEF aumentou — de 2 para 5 milhões de dólares
— sua contribuição para o UNFPA, órgão
da ONU que vem apoiando a política da China comunista de
forçar esterilização e abortos em mulheres
com mais de um filho”... “Em 1995, o Supremo Tribunal
Federal das Filipinas deteve uma campanha de vacinação
em massa contra o tétano. A campanha, apoiada pelo UNICEF,
envolvia vacinas contaminadas com o B-hCG, um hormônio que
esteriliza e causa abortos espontâneos em mulheres vacinadas”.
Tudo isso é muito grave e deve ser apurado, mesmo que saibamos
que, por aqui, muita coisa acabe em pizza. Culpados não são
presos e raramente devolvem dinheiro aos cofres públicos,
apesar de existirem, por parte da Justiça, inúmeras
determinações nesse sentido. Ao que parece, já
existe um requerimento
de informações que foi ou será protocolado
na Câmara dos Deputados tratando desse tema e pedindo esclarecimentos
aos órgãos ‘competentes’. O assunto deveria
estar, também, sendo apurado pelas rádios e Tvs, que
têm maior poder de divulgação e de pressão.
Por aqui, assim como alguns outros cidadãos brasileiros,
faço a minha parte.
Rebecca Santoro
24 de agosto de 2008
http://www.freewebs.com/imortaisguerreiros/artigosrebeccasantoro.htm
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