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Câmaras de gás no Antigo Reich
"nunca houve campo de extermínio
em solo alemão"
R. No início dos anos 60, caiu uma tempestade
através dos meios de comunicação na Alemanha:
um ativista de direita questionou publicamente a existência
de câmaras de gás no Campo de Concentração
de Dachau, embora todo visitante podia visitar esta câmara
de gás em Dachau. Os jornalistas estavam indignados; o clamor
por justiça tornou-se alto.[1]
Mas nada resultou disto, pois a historiografia alemã não
estava tão segura sobre o tema naquela época. No calor
da discussão, Martin Broszat, funcionário do próprio
Instituto para História Contemporânea - ele se tornou
depois diretor do Instituto, escreveu, por exemplo, uma carta para
o jornal semanal Die Zeit, onde lê-se:[2]
Nem em Dachau nem em Bergen-Belsen nem
em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros detentos. A
câmara de gás em Dachau nunca foi "terminada"
e colocada em funcionamento. Centenas de milhares de detentos,
que morreram em Dachau ou em outros Campos de Concentração
no território do Antigo Reich, foram vítimas
sobretudo de condições catastróficas
de higiene e abastecimento [...] O extermínio em massa
dos judeus através de gaseamento iniciou em 1941/1942
e se deu exclusivamente em alguns [...] lugares, sobretudo
no territórios ocupados na Polônia (mas nenhum
no Antigo Reich): em Auschwitz-Birkenau, em Sobibor junto
ao Bug, em Treblinka, Chelmo e Belzec.
Lá, mas não em Bergen-Belsen, Dachau ou
Buchenwald foram construídas instalações
para extermínio em massa disfarçadas como câmaras
de desinfecção ou chuveiro [...].
Dr. Martin Broszat, Instituto para História Contemporânea,
Munique." |

"Nenhum gaseamento em Dachau"
P. O que significa Antigo Reich?
R. É o território da Alemanha nas
fronteiras de 31.12.1937, ou seja, antes da anexação
da Áustria, dos Sudetos e do território do Memel.
P. Broszat se contradiz aqui: se não foi
construída qualquer instalação de extermínio
em massa em Dachau, como ele pode então afirmar que as instalações
para extermínio em massa em Dachau nunca foram terminadas?
R. Esta contradição interna é
simbólica para a desuniformidade entre os historiadores sobre
esta questão. Mas Broszat não estava só nesta
constatação. Em 24.01.1993, juntou-se à opinião
de Broszat nada menos do que o famoso caçador de nazistas,
Simon Wiesenthal, quando este escreveu em uma carta do leitor ao
jornal norte-americano Stars and Stripes:
| É verdade que em solo alemão
nunca existiu instalações de extermínio
e com isso nenhum gaseamento em massa como aqueles em Auschwitz,
Treblinka ou outros campos. Em Dachau foi encontrada uma câmara
de gás em construção, porém, ela
nunca foi terminada." |

"...there were no extermination camps on German soil..."
R. Ambos contradizem aqui outros pesquisadores,
por exemplo, uma obra que foi publicada em 1983 por uma respeitada
autoridade neste assunto. Os editores foram, a saber, Eugen Kogon...
P. Nós não acabamos de conhecê-lo
através de Rassinier
como um mero propagandista?
R. ... Adalbert Rückel, então diretor
da Administração Central do Judiciário
em Ludwigsburg...
P. O que é isso?
R. É o oficial departamento federal alemão
para caçar nazistas. O terceiro editor foi o comunista e
presidente do Comitê de Auschwitz, Hermann Langbein. [3]
P. Um grupo objetivo, não?
R. Objetivo ou não, nós não
queremos discutir isso aqui. Fato é que ali se afirma que
existiu câmara de gás nos campos do Antigo Reich
como Neuengamme, Sachsenhausen e Ravensbrück, nos quais centenas
ou até milhares tornaram-se vítimas do gaseamento.[4]
A respeito de Dachau, eles partem do pressuposto da existência
de uma câmara de gás, entretanto, escrevem restritamente:
[5]
| "Se aconteceram assassinatos no Campo
de Concentração de Dachau através de gás
venenosos, até hoje não está provado claramente." |
Fato é, finalmente, que qualquer um pode
visitar nos museus dos antigos Campos de Sachsenhausen, Dachau e
Ravensbrück, os lugares onde deveriam se encontrar as câmaras
de gás. No Campo de Concentração de Dachau,
a câmara de gás é até apresentada em
seu alegado estado original.
P. Como assim alegado?
R. Não existe qualquer documentação
sobre isso, que prova que o estado atual correspondia ao original.
Mas sobre isso logo vem mais. No Campo de Concentração
de Ravensbrück existe somente uma lápide.

Indicação da localização da
suposta "câmara de gás" em Ravensbrück
R - Germar
Rudolf
P - Público
Até pouco tempo atrás, a agitadora
comunista Olga Benário foi morta na câmara de gás
de Ravenbrück. Hoje, a mídia insiste em divulgar que
ela ficou presa lá por três anos, mas foi executada
na câmara de gás de Bernburg. Tanto Ravensbrück
e Bernburg localizam-se no Antigo Reich - NR.
Frases do texto original
foram destacadas em negrito pela Equipe do Inacreditável
- NR
Quem é Germar Rudolf?
[1]
Compare a
apresentação de Erich Kern, em Perjúrio
contra a Alemanha, K.W. Schültz Verlag, Göttingen
1968, pág. 91-100
[2]
Jornal Die Zeit, 19.08.1960, compare figura acima
[3]
E. Kogon, H. Langbein, A. Rückerl, Nationalsozialistische
Massentötungen durch Giftgas, S. Fischer Verlag, Frankfurt
1983. Semelhante lê-se em Wolfgang Benz, Legenden Lügen
Vorurteilen, dtv, München 1992, pág. 200.203.
Lá, Hellmuth Auerbach, do Instituto para História
Contemporânea, relaciona o número de vítimas
da seguinte forma: Mauthausen: 4.000 vítimas (Zyklon B e
Carro com gás CO); Neuengamme: 450 vítimas (Zyklon
B); Sachesenhausen: milhares de vítimas (Zyklon B); Natzweiler:
120 até 200 vítimas (Zyklon B); Stutthof: mais de
mil vítimas (Zyklon B); Ravensbrück: mínimo de
2.300 vítimas (Zyklon B). Dachau não aparece nesta
lista. Auerbach baseia-se primariamente no livro citado acima Nationasozialistische
Massentötungen...
[4]
E. Kogon, o.cit., pág. 245-280.
Juntou-se a ele recentemente outro historiador do Holocausto, confira
Reinhold Schwertfeger, "Gab es Gaskammer im Altreich?",
VffG 5(4) 2001, pág. 448
[5]
E. Kogon e outros, o.cit., pág. 277
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