| Esclarecimento sobre Dachau
"In Dachau there was no mass extermination
program with poison gas"
R. Por isso agora para Dachau, onde até
hoje a câmara de gás ainda é mostrada. Até
a pouco tempo, a administração local do museu expunha
uma placa onde se lia em vários idiomas:
“Câmara de gás camuflada
como ducha – nunca foi usada”.
A mesma opinião foi defendida desde a década
de 70, até os anos 90, por reconhecidas autoridades como
a diretora do Museu de Dachau [1] e a Associação
dos antigos detentos do Campo de Concentração de Dachau
[2]:
P. Por quem eles foram reconhecidos como autoridades
e por quê?
R. Pela opinião pública.
P. Mas isso não diz nada sobre a veracidade
de suas afirmações. A veracidade de uma declaração
não resulta da autoridade pública competente, mas
sim da precisão e comprovação de uma declaração.

Chuveiro do Campo de Dachau, reformado
como "câmara de gás"
R. Eu estou ciente disso, mas eu apresento-as simplesmente
como fonte competente e reconhecida, não como prova de que
suas declarações sejam corretas. Fato é que
o Museu de Dachau retirou, entrementes, a placa mencionada acima
da suposta câmara de gás e a substituiu por outra na
qual é novamente afirmado que lá houve gaseamento.
P. De fato, não se deve acreditar em tudo
sem questionamentos no que as autoridades afirmam, já pelo
fato delas se contradizerem mutuamente. Qual argumento verificável
elas têm para afirmar que era uma câmara de gás?
R. Aqui existe a declaração da testemunha
Dr. Franz Blaha, um médico tcheco que esteve preso em Dachau
e única testemunha que afirmou perante o tribunal sobre o
gaseamento em Dachau [3].
Quando Dr. Blaha fez sua declaração no IMT, este tribunal
retirou a palavra do defensor no momento em que este ia interrogá-lo
sobre alguns detalhes. [4]
P. Não se chegou então a uma acareação?
R. Certo. A afirmação de Blaha simplesmente
permaneceu no ar, sem discussão.
P. E o IMT podia interromper o questionamento a
uma testemunha caso houvesse ameaça de constrangimento?
R. Assim foi. Nós trataremos posteriormente
destas estranhas regras de apresentação das provas
durante os processos do pós-guerra. Como nota adicional,
devemos mencionar que parte da literatura estabelecida pressupõe
que os detentos de Dachau trabalharam morosamente por três
anos nestas instalações, impedindo que câmara
de gás pudesse ser colocada em funcionamento. [5]
P. Como os detentos sabiam no que eles trabalhavam?
R. Caso as instalações se destinassem
a uma câmara de gás, então seria muito improvável
que a SS estampasse isso diante de seus narizes. No máximo
houve rumores que podiam também ser falsos.
P. Se foi possível aos detentos protelaram
a construção das instalações por três
anos, isso não prova que Dachau era uma colônia de
férias, onde os detentos podiam vagar a esmo sem qualquer
punição?
R. Cuidado! Com tais especulações
você pode se incriminar! Fato é que nós temos
em Dachau a única suposta câmara de gás mantida
até hoje em um Campo no território do Altreich.
Proporcionou-se com isso a oportunidade de realizar uma análise
forense minuciosa.
P. O que você quer dizer com isso?
R. Eu me refiro concretamente à análise
técnica ou, se você preferir, à perícia
médica criminal daquilo que deve ter servido como arma do
crime. Surgem as seguintes questões: pode o cômodo
– da forma como ele é hoje – ter servido para
o objetivo afirmado pelas testemunhas? E se a resposta for positiva:
há rastros, provas, que a arma do crime foi utilizada como
testemunhado? Surge, além disso, a pergunta se a alegada
arma do crime se apresenta em seu estado original ou desde abril
de 45 foram executadas reformas.
Neste contexto eu quero salientar brevemente que
uma comissão norte-americana examinou a 15.5.1945 a suposta
câmara de gás de Dachau e descreveu-a como segue: 6mx6m,
pé-direito de 3m; entrada de gás através de
cano até as duchas com bico de latão, acoplado a 2
válvulas instaladas na parede externa, onde o gás
era liberado. [6]
P. Espere um momento! Isso não coincide
exatamente com o que se encontra em Dachau. Existem hoje lá
duas portinholas na parede externa por onde o Zyklon B teria sido
lançado. Sobre válvulas para liberar o gás
nos canos não existe nada ali para ver!
R. Exato. Em você se esconde um bom investigador
criminal! Mas antes de analisarmos os fatos, deixe-me finalizar
minha explanação.
Em um relatório do “Enemy Equipment Intelligence
Service Team Number 1” do Quartel-General do 3° Exército
norte-americano, lê-se: [7]
| “Devido à entrevista acima,
assim como à inspeção da câmara de
gás de Dachau (ela não foi aparentemente usada),
o abaixo assinado é da posição de que a
câmara de gás para fins de execução
era inadequada e que não houve qualquer tentativa. Visto
o fato que os aliados obtiveram dos antigos detentos muitas
informações precisas a respeito dos experimentos
com malária, pressão e água fria, é
razoável considerar que informações semelhantes
seriam obtidas caso tais experimentos de gaseamento tivessem
ocorrido.” |
R. Aqui é abordado um aspecto que hoje em
dia é frequentemente ignorado:
Em Dachau foram levados a cabo por ordens superiores diversos experimentos
médicos com detentos, que eram importantes para a condução
da guerra, por exemplo, a procura por uma vacina contra diversas
doenças ou a procura por um meio ou caminho que assegurasse
a sobrevivência de pilotos abatidos ou marinheiros naufragados,
quando respectivamente expostos à pressão atmosférica
extremamente baixa em altas altitudes, ou permanecessem horas a
fio em água fria.
P. Você não discute então estes
crimes?
R. Não. O procedimento pode ter sido até
então distorcido ou exagerado, mas eu não duvido da
existência destas experiências que pouco se deixam aprovar
eticamente.
P. O que quer dizer aqui “pouco”?
R. Eu me refiro aos limites da ética quando
em um processo jurídico, os condenados à pena de morte
tenham a opção de ou serem executados ou então
se submeterem a tais experiências. No caso de sobreviverem,
eles eram liberados. Isso foi pelo menos o procedimento inicial.
O problema, é claro, como um médico do Terceiro Reich
poderia saber se um detento foi condenado justamente à morte,
ou como ele poderia saber se ele se apresentou voluntariamente.
Ou pode-se pensar somente no problema que pode parecer ser aceito
eticamente, que algumas vidas humanas sejam sacrificadas para que
um número maior de vidas possa ser salvo, por exemplo, na
procura por vacinas contra o tifo, onde milhares morreriam naquela
época.
As ações dos médicos alemães
foram condenadas por um tribunal norte-americano, cujas conclusões
não foram sacrossantas devido àquela atmosfera da
época, envenenada de emoção e propaganda.
Eu irei depois comentar em detalhes sobre as particularidades destes
processos. Então, tornar-se-á claro o porquê
de tudo hoje valer como fato, pois o que foi “comprovado”
nestes processos, não pode ser tomado como verdade. Mas isso
não muda em nada o fato de que existiram tais experimentos.
E o relato citado aqui sobre os experimentos humanos faz alusão
à vasta quantidade de documentos existentes e – que
é o cerne da questão – da quase inexistência
de contradição das testemunhas, mais ainda, existiram
muitos documentos adicionais, os quais confirmam a existência
destes experimentos. De outra forma se comporta a respeito da suposta
câmara de gás de Dachau e sua utilização.
Sobre isso não existe um documento contundente e tão
pouco declarações coerentes.
De volta às provas. Em um filme de propaganda
mostrado durante o IMT, temos:[8]
| “Dachau – a fábrica do
terror. [...] As roupas dos prisioneiros, que foram sufocados
na mortal câmara de gás, estavam penduradas ordenadamente.
Sob as desculpas de irem tomar banho, para tanto foram entregues
toalha e sabão, eles foram convencidos a se despirem.
Aqui é a ducha. Na ducha, a saída do gás.
No teto, as duchas falsas. No cômodo vizinho, os tubos
para admissão e retirada. Válvulas para regular
a admissão e exaustão do gás. Um registro
manual para regular a pressão. Para produzir a fumaça
mortal foi usado cianureto em pó. Os cadáveres
foram levados para os crematórios”. |
P. Isto é novamente uma outra descrição
do que aquela citada pela comissão de investigação.
Cada um parece ter se servido da própria versão.
R. E aqui uma observação que poderia
explicar tudo isso: o jornal Common Sense (New Jersey,
EUA) imprimiu a 1 de junho de 1962, na página 2, um artigo
sob o título “The false gás chamber”
(a falsa câmara de gás):
| “O Campo deveria ter uma câmara
de gás. Como não existiu uma, decidiu-se que o
chuveiro seria uma. Capitão Strauss (Exército
norte-americano) e seus prisioneiros colocaram a mão
na massa. Antes, as instalações tinham azulejo
até a altura de 1,20m. Semelhantes azulejos foram retirados
do cômodo seco ao lado e aplicados naquele chuveiro; um
novo teto rebaixado, bicos de ferro (saída do gás)
foram instalados sobre esta segunda fileira de azulejos”. |
P. Opa! Então em Dachau os Amis (norte-americanos)
imitaram os russos em Sachsenhausen!
R. Cronologicamente, antes o contrário. Mas
o que foi citado acima não deixa de ser também apenas
uma afirmação.
Mas agora de volta ao correto trabalho de detetive. Permitam que
eu liste aqui alguns pontos:
1. O prédio onde se encontra a suposta
câmara de gás, em Dachau, abriga uma câmara DEGESH
para despiolhamento com ácido cianídrico, assim como
um crematório. Era o novo prédio de higiene no Campo
de Concentração de Dachau, onde as peças de
vestuário dos detentos eram fumigadas e onde os próprios
detentos tomavam banho. O procedimento típico era
da seguinte forma:[9]
os detentos se despiam em um cômodo. As roupas iam dali para
a fumigação e os detentos para o chuveiro. De lá
eles iam para um outro cômodo, normalmente do lado oposto
para receber lá as roupas frescas. A separação
entre vestiários tinha motivos higiênicos, para não
dar qualquer chance aos piolhos infestarem os detentos higienizados.
Segundo a interpretação do prédio de higiene,
em Dachau, a suposta câmara de gás caracterizada como
chuveiro foi exatamente aquele cômodo que se destinava à
ducha, pois ele se situa entre os vestiários e não
existe outro chuveiro no prédio.
Pergunta: Se este cômodo era uma câmara de gás
com duchas falsas, onde era o chuveiro? Se não havia chuveiro,
por que então havia câmara fumigatória (de despiolhamento)
e vestiários?
2. O teto da ducha no chuveiro apresenta
hoje um pé-direito de 2,30m e tem no teto bicos metálicos
da ducha. Temos então uma grande diferença entre o
teto com 3m de altura, com duchas de bronze, descrita pela comissão
norte-americana do pós-guerra. Também não existe
nenhuma válvula para introduzir ou retirar oi gás
ou outra válvula ou botões para regular o gás.
Existem sim dois buracos na parede externa do cômodo investigado,
os quais, todavia, não são citados nos relatório
ou descrições mencionados aqui.
3. Um teste com um aparelho de indução
para encontrar encanamentos hidráulicos denuncia que sobre
o teto devam existir canos, que o cômodo deve ter sido de
fato usado uma vez como chuveiro ou deveria servir.
4. Uma espiada através da janela na
parte de trás do prédio mostra uma grande instalação
de água quente, cuja bem isolada tubulação
segue através da parede de um cômodo indeterminado
sobre a suposta câmara de gás.
5. Segundo a declaração de
um parceiro correspondente de Barbara Distel, antiga diretora do
Museu de Dachau, foi elaborado nos anos 60 um laudo pericial por
uma firma de instalações sanitárias, que teria
chegado à conclusão, a instalação de
água quente poderia ser usada a qualquer momento.[10]
Como o museu não pode se inclinar a aceitar publicamente
a existência deste laudo ou deixá-lo à disposição,
não seria uma alternativa ou até mais aconselhável
fazer mais um laudo pericial como este?
6. Zyklon B não pode ser conduzido
através de tubos ou bicos da ducha, pois o ácido cianídrico
deste produto não é um gás sob pressão.
Declarações correspondentes da comissão de
investigação e testemunhas são, portanto, falsas.[11]
P. Está cheirando aqui uma falsificação!
R. Bem, eu simplesmente rascunhei aqui qual investigação
dever-se-ia conduzir para assegurar sobre este assunto conclusões
acertadas. Apesar de todo o tempo que passou desde o final da guerra,
até hoje não existe qualquer pesquisa séria
sobre este tema. Em todo o caso, ela não foi publicada. As
contradições entre as descrições da
comissão oficial norte-americana ao final da guerra e a situação
atual, os aspectos técnicos exteriores, assim como a estrutura
do prédio de higiene de Dachau são fortes e convincentes
indícios para se chegar pelo momento à seguinte conclusão:
a suposta câmara de gás em Dachau é
uma falsificação das tropas de ocupação
norte-americana.
P. Não existe sobre isso um documento dos
aliados, o chamado documento Lachout, onde é
dito que nunca existiu no Altreich uma câmara de
gás?
R. Existe um documento onde seu autor Emil Lachout
afirma, ele teria redigido sob ordens das autoridades de ocupação.
Uma investigação detalhada de um pesquisador revisionista
mostrou que poderia se tratar de uma falsificação.
[12]
P. Lachout não é um revisionista?
R. Ele defende teses revisionistas.
P. Então revisionistas são falsificadores?
R. Em princípio, eu considero a discussão
se o documento em questão seja uma falsificação
ou não, longe de estar solucionada. Mas mesmo que seja uma
falsificação, seria necessário ainda provar
que Lachout é um falsário.
P. Os revisionistas começaram esta discussão
somente 15 anos após seus opositores![13]
R. Me mostre uma publicação científica
e revisionista onde o documento Lachout sirva como prova para alguma
coisa![14]
Fato é que o revisionismo científico
ignorou este documento devido à sua origem obscura. E fato
é também que o revisionismo possui força moral
para limpar seus próprios erros. Falsificação
existe frequentemente na história contemporânea e sobre
algumas delas nós iremos tratar depois. Que entre os revisionistas
possam existir ovelhas negras, seria antes de tudo humano. A única
coisa que a meu saber foi divulgado pelo lado aliado, foi uma carta
particular de um ex-soldado norte-americano Stephen F. Pintes, o
qual a 14.06.1959 foi publicada no jornal norte-americano Our
Sunday Visitor, sob o título “Atrocidades alemãs”
(pág. 15):
| “Eu fiquei depois da guerra 17 anos
em Dachau como advogado do Ministério da Guerra norte-americano
e posso afirmar que em Dachau não existiu uma câmara
de gás”. |
P. Mas uma carta de leitor pode ser escrita por
qualquer um!
R. Pode ser. Testemunhas não nos levam muito
longe, como por exemplo prova a declaração de Moshe
Peer, um sobrevivente do Holocausto, que em um jornal canadense
The Gazette publicou uma entrevista em 1993, ele, como
jovem, teria sobrevivido a nada menos do que seis gaseamentos na
câmara de gás do Campo de Bergen-Belsen:[15]
| “Ele sobreviveu cada vez e viu com
espanto quantas mulheres e crianças foram gaseadas com
ele e caíram mortas. Até os dias de hoje, Peer
não sabe como foi possível a ele sobreviver”. |
R. Um outro sobrevivente do Holocausto, Elisa Springer,
afirmou em suas memórias que apareceram 42 anos após
o término da guerra, que “as câmaras de gás
e os fornos”[16]
em Bergen-Belsen foram colocados em funcionamento após Josef
Kramer ter se tornado comandante do Campo.[17]
P. Havia uma câmara de gás em Bergen-Belsen?
R. Bem, pelo menos neste ponto a historiografia
está hoje em comum acordo: não, em Bergen-Belsen não
existiu com certeza uma câmara de gás.[18]
Isso nunca foi afirmado por qualquer historiador ou instituto. As
declarações acima somente comprovam o trivial, que
três a cinco milhões de sobreviventes do Holocausto
são constituídos de pessoas bastante normais. Quantos
mentirosos neuróticos você acredita, ir-se-ia encontrar
entre cinco milhões de pessoas escolhidas? Isso é
claro uma pergunta retórica. Com isso eu gostaria de encerrar
o tema “Câmaras de gás para seres humanos
no Altreich”. [19]
Mentiras e sempre mais mentiras: uma constante
que acompanha a Indústria
do Holocausto - NR.
R - Germar
Rudolf
P - Público
Frases do texto original
foram destacadas em negrito pela Equipe do Inacreditável
- NR
Quem é Germar Rudolf?
[1]
Yad Vashen, Enciclopédia do Holocausto, New York,
MacMillan, 1990, Artigo sobre “Dachau”, redigido por
Bárbara Distel, Diretora do Mudeu de Dachau: “In
Dachau there was no mass extermination program with poison gás
[...]. In 1942 a gas chamber was built in Dachau, but it was not
put into use.”
[2]
Comitê Internacional de Dachau, Campo de Concentração
de Dachau, 1933-1945, 5ª edição, Comitê
Internat. de Dachau, Bruxelas 1978, pág. 165.
[3]
Documento PS-3249, 9 de janeiro de 1946, IMT, Vol. XXXII, pág.
62
[4] IMT, Vol. V, pág. 194
[5]
Paul Berben, Histoire du camp de concetration de Dachau
(1933-1945), Comitê International de Dachau, Bruxelas 1976,
pág. 13: segundo a publicação, a câmara
foi planejada, mas não estava ainda pronta na ocasião
da libertação do Campo em abril de 45, “porque,
como parece, a equipe que estava encarregada da construção,
até um certo ponto sabotou a obra”; semelhante
em Gerald Reitlinger, The Final Solution: The Attempt to Exterminate
the Jews of Europe, 1939-1945, Jason Aronson, Londres 1987,
pág. 134: “sua construção foi obstruída”
[6]
L-159: Document nr. 47 of the 79th Congress, 1st Session, Senate:
Report (15 May 1945) of the Committe Requested by Gen. Dwight D.
Eisenhower
[7]
Headquarters Third United States Army, Enemy Equipement Intelligence
Service Team Number 1, Chemical Warfare Service, 22. August
1945, Artigo de Sgt. Joseph H. Gilbert para Major James F. Munn.
Tema: Dachau Gas Chamber (3 páginas, anexo), pág.3.
[8]
Documento PS-2430: Nazi Concentration and Prisioner-of-War Camps:
A Documentary Motion Picture, 29. November 1945, IMT, Vol.
XXX, pág. 470
[9]
Sobre a concepção deste prédio de higiene,
veja por exemplo F. Puntigam, “Die Durchgangslager der
Arbeitseinsatzverwaltung als Einrichtungen der Gesundheitsvorsorge”,
Gesundheitsingenieur, 67(2) (1944)
[10] Comunicado pessoal de Anton Schimmelpfennig, que recebeu esta
informação pessoalmente da sra. Distel
[11]
Sobre o uso de Zyklon B, compare Wolfgang Lambrecht, “Zyklon
B – uma complementação”, VffG 1(1)
(1997), pág.2-5
[12]
Compare Klaus Schwensen, “Sobre a veracidade do Documento
Lachout”, VffG 8(2) (2004), pág. 166-178
[13]
Brigitte Bailer-Galanda, Wilhelm Lasek, Wolfgang Neugebauer, Gustav
Spann, Das Lachout-“Dokument” – Anatomia
de uma falsificação, Editora DÖW, Viena
1989
[14]
O documento Lachout foi publicado e festejado em publicações
propagandísticas de direita: Walter Ochensberger, Sieg
Nr. 11/12 (Nov./Dez. 1987); Gerd Honsik, Halt Nr. 40, Viena,
Nov. 1987; Robert Faurisson trouxe o documento à discussão,
porém com a ressalva: “Se o documento for verdadeiro
e se Emil Lachout diz a verdade”, “The Müller
Document”, JHR, 8(1) (1988), pág. 117-126. Em carta
particular, ele é cético neste sentido, compare extrato
da carta de Faurisson na obra de Ochensberger, acima citada, pág.
173.
[15]
The Gazette, Montreal, 5 de agosto de 1993
[16]
Havia em Bergen-Belsen somente um forno, que estava operando muito
antes da chegada de Kramer
[17]
Elisa Springer, Il silenzio dei vivi. All’ombra di Auschwitz,
um racconto di morte e di risurrezione. Marsílio Editore,
Veneza 1997, pág. 88
[18]
Sobre a históra do Campo de Bergen-Belsen, compare Mark Weber,
“Bergen-Belsen Camp: The surppressed story”,
JHR 15(3) (1995), pág. 23-30
[19]
Quem quiser saber mais sobre o tema através das penas revisionistas,
leia o segundo relatório Leuchter, Robert Faurisson,
The Second Leuchter Report, Samisdat Publishers, Toronto 1990;
JHR 10(3) (1990), pág. 261-322
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