| Eisenhower, Churchill e de
Gaulle não sabiam de nada
Nenhuma menção às alegadas
câmaras de gás em mais de 7.000 páginas
Três das mais conhecidas obras sobre a Segunda Guerra Mundial
são a Cruzada na
Europa do General Eisenhower [Crusade in Europe, Country
Life Press, New York 1948], A Segunda Guerra Mundial de
Winston Churchill [The Second World War, Cassell, London
1948-1954], e o Memórias da Guerra do General de
Gaulle [Mémoires de
guerre, Paris 1954-1959]. Nestas três obras não
há uma única referência
às câmaras de gás nazis
A Cruzada na Europa de Eisenhower é um livro de
559 páginas; os seis volumes de A Segunda Guerra Mundial
de Churchill têm um total de 4.448 páginas; e
o Memórias da
Guerra do General de Gaulle tem 2.054 páginas. Em nenhuma
destas três obras
publicadas entre 1948 e 1959, que perfazem um total de 7.061 páginas
(não incluindo as partes introdutórias), se encontra
uma única referência às câmaras de gás
nazis, ao
genocídio de judeus, ou às seis milhões de
vítimas judaicas da Guerra.
As câmaras de gás, utilizadas para assassinar milhões
de judeus não mereceriam nem que fosse apenas uma referência
passageira, nas obras de Eisenhower, Churchill ou de Gaulle?
Observação pertinente e que não
deixa de ser estranha; porém, coerente com a "singularidade"
do suposto Holocausto judeu - NR.
Ou será que Dwight Eisenhower, comandante supremo das forças
aliadas durante a Segunda Guerra Mundial e depois presidente dos
Estados Unidos da América, e Winston Churchill, primeiro-ministro
do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial e que recebeu o
Prémio Nobel de Literatura pelas suas Memórias
da Guerra, não quiseram que as suas obras ficassem vinculadas
a "factos" que eles sabiam não ser verdadeiros?
Robert Faurisson
Título original do artigo: Eisenhower, Churchill e de
Gaulle não tiveram conhecimento das câmaras de gás
nazis
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