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Fiasco militar americano de 1947
Em 1938/39, o capitão Ritscher liderou uma expedição na Antártida com o navio exploratório “Schwabenland” a mando do governo do Reich.
Com cerca de 11.000 fotografias aéreas, toda uma região de cerca de 350.000 km² foi levantada topograficamente e explorada através de vôos de reconhecimento. Em uma região de 600.000 km² foram jogadas bandeiras do Reich, algumas fincadas e todo o complexo declarado território do Reich Alemão. Tamanho: igual ao território do Reich antes do início da guerra. O governo não propagou o aumento do território, e os invasores de 1945 não reconheceram as reinvidicações alemãs sobre a região do pólo sul e proibiram de anunciá-lo.
Desta forma a Alemanha subjugada foi somente ocupada parcialmente e nunca foi estabelecido um Tratado de Paz. Os aliados estavam inseguros, como ainda hoje estão, pois eles sabiam da existência de parte do grande Império alemão que existia em Neuschwabenland. E para conquistá-la ou somente para explorar, foi preparada uma expedição armada de reconhecimento. 13 Navios de guerra, 2 quebra-gelos, 1 submarino, 2 destroyers, 1 porta-aviões, 200 aviões e 4.000 soldados (!) com provisões para 18 meses, foram enviados para lá como “ação militar”, em 02.12.1946. Isto foi confirmado pelo consultor-adjunto da expedição, o explorador polar e almirante americano Richard Byrd.
Os mares polares foram alcançados em 27 de janeiro de 1947. Mas já em 3 de março de 1947, a dispendiosa operação - e organizada por longo período - foi subitamente abortada. 4 aviões de combate tinham desaparecidos misteriosamente, outros se desorientaram com a névoa repentina e caíram com aquecimento e parada do motor. Outros 9 tiveram de ser deixados na Antártida como inutilizados. Os incidentes demonstram que houve contato com o inimigo. Byrd também informou os EUA que eles deveriam se proteger de ataques aéreos provenientes da região polar.
Os EUA e seus aliados receberam algo inesperado – mais do que a imprensa
poderia revelar. Desta forma, nunca foi possível constatar quem eram
as aeronaves inimigas da região polar. Isto parece não ter sido tão
importante assim, pois após a conferência com a imprensa com Byrd,
em 4 de março de 1947, aconteceram coisas realmente surpreendentes.
A diplomacia aliada tornou-se estranhamente ativa. No período de 4
de março de 1947 e abril de 1949, 13 países europeus firmaram entre
si um pacto de união contra a Alemanha. França e Inglaterra assinaram
em 4 de março de 1947 o Tratado de Dunquerque. Ponto comum de todos
os tratados: cooperação militar no caso de uma nova agressão do lado
alemão. A Alemanha arrasada, violentada, saqueada, num estado de miséria,
subnutrição e com falta de moradia, esgotada e indefesa, uma agressora?
Ou os aliados se referiam à outra Alemanha, a qual eles já conheciam
desde 1939? Ainda não silenciou a eles o discurso do Dr. Robert Ley,
proferido em 6 de fevereiro de 1942, no qual ele anunciava a dura
luta de sobrevivência do povo alemão: “...mas uma coisa eu sei: nós
alemães temos o último batalhão no front.” Confrontemos os fatos atuais
com essa previsão: não existe um Tratado de Paz, ou seja, a guerra
continua contra o Reich e seus amigos. O Front é complexo, mas ele
existe. O fiasco americano em 1947 e as seguidas medidas dos aliados
são respostas concretas a muitas perguntas. Nós não necessitamos de
qualquer truque ou especulação. A máfia política em solo do antigo
Reich alemão, a qual a República Federativa da Alemanha (BRD) se auto-declarou
inimiga do Reich, faria um favor a si própria em refletir sobre suas
decisões apátridas.
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