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Hitler conversa sobre Cristo, Igreja e Socialismo
Ressuscitar a fé é o objetivo
primário
“Socialismo é um problema político.
E política não é um assunto da Economia
ele me disse certa vez numa dessas conversas.
Socialismo é uma questão de subsistência,
um posicionamento ético perante a vida, e não somente
perante a vida de um indivíduo, mas sim à vida de
todos que habitam juntos uma comunidade populacional ou vital território
nacional. Socialismo é uma visão do mundo!
Mas esta concepção de mundo não é de
fato nova. Eu admiro sempre quando leio os evangelhos do Novo Testamento
e também as revelações dos profetas e me transfiro
para aquela época do mundo romano, pós-helenístico,
assim como do Oriente, o que foi feito a partir destes ensinamentos
claros e únicos em suas características religiosas
provenientes de homens abençoados por Deus, principalmente
Jesus Cristo. Eles instituíram esta nova concepção
de mundo que nós chamamos agora de socialismo, a levantaram
a partir do batismo, ensinaram e vivenciaram. Mas as comunidades
que se intitulavam igrejas cristãs não os entenderam.
Ou se fizeram, então eles negaram e traíram o Cristo!
Pois transformaram no contrário a idéia sagrada do
socialismo cristão! Eles assassinaram-na assim como os judeus
crucificaram Jesus na cruz; eles a enterraram como o cadáver
de Cristo foi enterrado. Mas eles deixaram Cristo ressuscitar para
fazer acreditar que seus ensinamentos também ressuscitaram!
Aqui está o terrível crime contra o Socialismo cristão!
Na mais repugnante hipocrisia, eles ostentam a cruz diante de si,
o instrumento do crime que sempre repetem em seus pensamento interiores,
como um novo símbolo sagrado do conhecimento cristão,
e deixam a humanidade ajoelhar-se diante de si. Eles até
anunciam que pregam o ensinamento de Cristo. Mas sua vida e atos
são um soco constante contra este ensinamento e seus criadores,
e uma negação de Deus! Nós resgatamos novamente
este ensinamento! Através de nós estes ensinamentos
comemoram sua ressuscitação! Maria e Madalena se colocaram
diante do túmulo vazio. Nós queremos entretanto levantar
os valores do Cristo vivo!
Aqui repousa a essência de nossa missão: nós
devemos trazer novamente para nosso povo alemão o reconhecimento
daquele ensinamento! Pois para onde levou aquelas falsificações
do pensamento original do amor cristão, da comunidade divina
e do Socialismo? De seus frutos devemos reconhece-los! A repressão
da liberdade de expressão, a perseguição do
verdadeiro Cristo, o infame assassinato da inquisição
e a queima das bruxas, as cruzadas armadas contra os povos da livre
e verdadeira fé cristã, a destruição
de suas cidades e vilarejos, o confisco de seus rebanhos e suas
posses, a destruição de sua florescente economia e
a condenação de seus líderes em tribunais,
que em sua raquítica hipocrisia pode ser classificada somente
como blasfêmia.
Esta é a verdadeira face das aparentes igrejas que se
colocaram entre Deus e os homens, pois impulsos egoístas,
ambição pessoal pelo lucro, e a partir da vontade
de conquistar a glorificação própria de seus
sentidos, vai contra a profunda constatação de Cristo
pela necessidade de uma comunidade socialista dos homens e dos povos.
Nós precisamos sentir o todo, o pensamento, a atuação,
resgatar a fé do povo do individualismo presunçoso
anti-cristão, do egoísmo e do tolo farisianismo da
arrogância pessoal e nós devemos educar principalmente
a juventude dentro do espírito daquelas palavras de Cristo,
que nós novamente postulamos: amai o próximo como
a ti mesmo, leve em consideração o próximo,
pense que não cada um de vocês é sozinho uma
parte da criação de Deus, mas que vocês são
irmãos! Com repugnância e desprezo a juventude se separará
daquela hipocrisia que pronuncia o nome de Cristo, mas tem o Diabo
no coração; que dão esmolas para poderem se
deliciar na gastança; que abarrotam os próprios bolsos
com o trabalho do próximo; que pregam a paz, mas trabalham
para a guerra.
Se quiser ver porque uma guerra foi levada a cabo, então
basta dar uma espiada nas medidas que os vencedores aplicam aos
vencidos, e naquilo que eles denominam com abundante hipocrisia,
os “Tratados de Paz”! Nisto reconhece-se também
seu cristianismo! Tomemos a Grande Guerra [Primeira Guerra
Mundial, n.R.]: entrega da Marinha Mercante alemã, total
orientação da economia alemã para reparação
de guerra, a escravização do povo alemão através
da servidão por décadas! Nos vemos: desligamento,
extermínio da pura concorrência econômica foi
o motivo da guerra! E ainda por cima a ladainha hipócrita:
a culpa da guerra recai exclusivamente sobre a Alemanha e no militarismo
alemão! Aqui qualquer alemão pode comparar diante
de Deus e admitir: eu me sinto livre de qualquer culpa. Tomemos
ao contrário a guerra de 1866: exclusão da Áustria
da Confederação do Reich alemão - nada mais!
Aqui nós vemos, que não se trata de concorrência
econômica, ou de escravização de um povo! Ao
contrário, trata-se somente da retirada da casa imperial
austríaca do Reich, o qual teve sua vida e unidade prejudicada
por essa casa imperial. Ou então tomemos a guerra dos anos
70 [1870, n.R.]: devolução da Alsácia-Lorena
que foi roubada do Reich em um momento de fraqueza, pagamento de
5 milhões de Francos, que a França podia trazer à
mesa ao longo dos anos – nada mais! Não se tratou de
reparações econômicas, de escravização
do povo francês. Tratou-se só e unicamente da anulação
de um opositor que queria impedir a nova reunificação
do Reich alemão. Por isso mesmo não foi necessária
a hipocrisia em 1866 e 1870! Tratados de Paz eram de fato Tratados
de Paz, e o tema “dívida” não constava
do debate. Estes são aqueles cristãos que devem ser
revelados, que nossa juventude precisa reconhecer e de uma vez por
todas tornar-se forte contra toda mentira e contra toda perfídia,
que traz sob o manto o punhal envenenado e decorado com o emblema
da igreja cristã. Veja você, Wagener: nossa missão
não é econômica. Naturalmente a economia e sua
ética devem se ajustar às condições
deste Socialismo. Eu aprovo todos seus planos. Mas eles não
são os objetivos primários. Encher o povo com a fé
ressuscitada e com sua concepção do mundo, que já
foi porto seguro de povos com extrema necessidade, este é
o objetivo primário! E como os mais velhos em sua maioria
já estão entrelaçados com seus interesses econômicos
e espírito egoísta, nós podemos preponderantemente
nos apoiar somente na juventude. Ela é a razão, pela
qual para seu povo e sua humanidade o reino dos céus está
sendo conquistado!”
[Otto Wagener, “Hitler a curta distância”,
Arndt, 2ª edição, Kiel 1987, Página 257
et. seq.]
Esta linha de pensamento de Hitler sempre retorna quando são
discutidos problemas econômicos que parecem ser corretos e
importantes, mas não são decisivos.
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| Hugo Chávez:
"Cristo, o maior socialista!" |
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