| A Rainha de Sabá
O arquétipo de Anima
No início deste mês, arqueólogos da Universidade
de Hamburgo descobriram as ruínas daquilo pode ter sido o
palácio da lendária Rainha de Sabá, em Aksum,
Etiópia.
http://www.estadao.com.br/geral/not_ger172417,0.htm
Apesar de vários historiadores afirmarem que o palácio
deve se localizar provavelmente no atual Yêmen, o chefe do
grupo de arqueólogos, Prof. Ziegert, não se deixou
influenciar e continuou suas pesquisas na Etiópia. Segundo
o acadêmico alemão, muitos dos moradores da região
diziam que ali era o local do antigo palácio da Rainha e
as “transmissões orais (de lendas e mitos) podem alcançar
muito tempo“ e conclui que “neste caso, até 3.000
anos“.

Provável local do palácio da Rainha de Sabá
Foram encontrados dois palácios do século X AC. O
primeiro durou apenas alguns anos, “dentro dos muros não
se encontraram sedimentos”, e é atribuído à
Rainha de Sabá. Por cima deste foi construído um segundo
palácio, mas desta vez, porém, com outra orientação.
Este, segundo os arqueólogos, está orientado a 18º
para o eixo leste-oeste e com isso, orientado exatamente com a estrela
Sirius, onde ela aparece pela primeira vez no ano sobre os céus
da Etiópia. A construção do segundo palácio
é atribuída a Menelik, filho da Rainha de Sabá
e do Rei Salomão.
É como o Natal para nós
O que vem causando intriga entre os historiadores é esta
aparente incompatibilidade entre o judaísmo e o culto a Sothis.
Para o Prof. Ziegert não existe contradição,
pois “a religião judaica e o Culto a Sothis estavam
indissoluvelmente ligados entre si“. E continua, “você
tem que imaginar, é como o Natal para nós. Ele também
não é cristão, mas sim um elemento muito mais
antigo, é a antiga Julfest. E mesmo assim comemoramos o nascimento
de Jesus“.
Mas afinal quem foi a Rainha de Sabá?
Existem muito poucos relatos sobre ela. Alguns estão no
Velho Testamento, outros no Talmud e também no Alcorão.
Como todos eles carregam a adaptação religiosa à
desejada realidade do mundo per si, vamos mostrar uma outra
versão, pouco divulgada e até mesmo indesejada. Deixemos
a palavra com o diplomata chileno Miguel Serrano, que descreve a
Rainha de Sabá em seu livro Adolf Hitler, o último
Avatar.
Ela foi chamada a Rainha do Meio-dia ou do Sul;
também Makeda, Balkis ou Biltis, na península
arábica e Etiópia, em 950 AC. O território
denominado Sabá estender-se-ia da Etiópia até
onde se localiza hoje o atual Yêmen. Esta terra foi tomada
pelos conquistadores brancos provenientes do norte, de onde
se originava a Rainha de Sabá, a maravilhosa filha de
Abu Fatuh, governador da colônia africana de Sabá.
Ele lançou mão de sua filha para conquistar a
Etiópia, o país de Arue. Eles a denominaram
Rainha de Sabá, que deve significar “a Rainha,
que vem do sul“.
[...]
Que a Rainha de Sabá era uma ariana hiperbórea,
provam as inscrições da época - nos menires
e pirâmides em Aksum, da cidade que por um período
foi capital de Sabá. São inscrições
arianas, rúnicas, da esquerda para a direita, enquanto
a escrita semítica é da direita para a esquerda.
Assim como nos países de língua germânica,
em Sabá, a Lua é masculino e o Sol feminino. Uma
prova da idade das runas são as inscrições,
datadas de 1.000 anos AC. Encontrou-se uma cabeça feita
de alabastro, do tipo ariano, com inscrições rúnicas.
[...]
No ano de 950 AC, a Rainha de Sabá decidiu visitar o
Rei Salomão, filho de David e Betsabé, uma amorita.
Salomão casou com a filha de um faraó egípcio;
ele teve setecentas mulheres, assim como trezentas concubinas.
A Rainha de Sabá era virgem e permaneceu todo um ano
em Jerusalém. Com Salomão, ela teve um filho,
chamado Menelik, que se tornou o primeiro rei da Etiópia
após o reinado de sua mãe.
[...]
A Rainha de Sabá não é para o casamento,
porque ela é somente para o amor mágico. Honre-a
interna, não externamente. Esta figura corresponde ao
arquétipo de Anima. E se ela aparece um dia
exteriormente, se ela se apresentar a nós na realidade
externa, a realização de seu amor deve ser um
processo mágico e festivo, capaz de interiorizá-la
novamente para produzir o casamento com a própria alma
– com a Anima – embora, ela se afaste exteriormente
ou lá deve morrer, na ilusão da realidade Maia,
no mundo de Samsara.
[...]
A Rainha de Sabá é o arquétipo
de Anima. Como tal ela pode nos visitar mais
de uma vez durante a vida, na forma de uma verdadeira mulher.[1]
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Destaques em negrito de algumas passagens do
texto foram feitos pela equipe do inacreditavel.com.br - NR.
[1]
Livre tradução do livro de Miguel Serrano, Adolf
Hitler, der letzte Avatar. Andromeda-Verlag, Eckental-Ebach,
Alemanha.
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