A farsa do sabão produzido
a partir da gordura de judeu
É grande a inércia dos grupos
de interesse em admitir a verdade dos fatos
O professor Yehuda Bauer é o chefe do "Departamento
de Holocausto" da Universidade Hebraica de Israel. Em 15 de
abril de 1990, declarou que a acusação de que os alemães
faziam sabão com os judeus mortos era uma falsidade.
Nota: Depois desta declaração,
a culpa pela divulgação da lenda do sabão feito
da gordura de detentos foi atribuída aos alemães.
Óbvio...
O rabino Stephen Wise, o todo poderoso chefe do American Jewish
Congress e do Congresso Mundial Judaico, durante a Segunda
Guerra, denunciou:
"Cadáveres de judeus estão sendo transformados
em utilidades vitais de guerra, como sabão, gorduras e fertilizantes,
pelos alemães. Inclusive estão exumando os judeus
mortos de seus túmulos e pagando aos alemães quarenta
marcos por cada corpo desenterrado".
O conselheiro-chefe de justiça soviético, L. N.
Smirnov, durante o julgamento de crimes de guerra em Nuremberg apresentou
uma "barra de sabão humano", como prova ("Exhibit
USSR-393"). Smirnov declarou que "o mesmo tipo de
mentes que criam as câmaras de gás, produziram sabão
de corpos humanos com propósitos industriais".
Vitrine com sabão, Monte
Sião, Jerusalém, 1972
Em seu argumento final, que precedeu à sentença de
morte aos dirigentes alemães da época da guerra, o
chefe de acusação britânico, Sir Hartley Shawcross
declarou: "Em determinadas ocasiões até corpos
das vítimas eram usados para fazer sabão".
Ao declarar a sentença de morte, o tribunal disse que a corte
"descobriu que haviam sido feitas tentativas de utilizar
a gordura dos corpos das vítimas na manufatura comercial
de sabão".
Mais tarde o Dr. Rudolf Spanner foi julgado como o chefe do "Projeto
Sabão Judeu" no Instituto de Dantzig. Entrementes, após
investigações profundas, todos os procedimentos legais
contra o Dr. Spanner foram imperceptivelmente cessando. Em janeiro
de 1968, a promotoria de acusação liberou uma nota
declarando que o inquérito tinha determinado que jamais havia
sido feitos sabão de cadáveres humanos. Levou mais
de 22 anos para que isso fosse admitido pelos "experts"
israelenses e somente há dez isso foi publicado nas páginas
interiores da nossa imprensa diária.
Publicado no Boletim-EP / Esclarecimento ao País Nº
7- Jan/93
Nota: ainda hoje não é raro encontrar
menção a esta propaganda
de guerra dos aliados. Bem ao estilo daquela máxima:
"uma mentira repetida mil vezes tornar-se-á uma
verdade".
Para se ter uma idéia de como nossas crianças
estão sujeitas às mais esdrúxulas variantes
da propaganda de guerra (ainda da Segunda Guerra Mundial!!), a Secretaria
de Educação do Estado de São Paulo criou
o Programa
Jornal e Educação que visa "estimular
estudantes à cidadania, trabalhar notícias da atualidade
e formar leitores". Um dos participantes do programa é
o jornal Folha de São Paulo.
A boa intenção em trazer conhecimento
às crianças, carrega junto de si o efeito colateral
de expô-las a todo tipo de informações incorretas
e tendenciosas. Uma rápida busca pela internet e já
encontramos uma "aula
de história" no site UOL (Grupo Folha): lá
podemos ler a seguinte afirmação na seção
"UOL Educação"(!): "Vale lembrar
também que o dinheiro e os bens dessas pessoas - em especial
dos judeus - eram expropriados pelos nazistas, que tentaram
lucrar inclusive com os cadáveres, fabricando sabão
com gordura humana e botões com ossos".
Como os leitores podem observar, o equívoco
se mantém até os dias de hoje.
Cui bono? Quem ganha com isso?
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