Porta-cabide "incorreto"

Até que ponto chega a neurose das vítimas da propaganda de guerra


A Alemanha tem que agradecer aos céus por possuir jornais do gabarito de um Bild-Zeitung, algo comparável em São Paulo ao Notícias Populares. Através de escândalos, morte, sexo e futilidades, a "terra dos poetas, músicos e cientistas" fica protegida do nazismo e pode continuar sua cruzada irracional em prol do enriquecimento "pacífico e harmônico" do forçado multiculturalismo.

Na edição de ontem, 13.03.2008, um "leitor-repórter" expressou sua indignação com a forma do porta-cabide em uma loja de departamento da pequena cidade de Coesfeld, noroeste da Alemanha.


Porta-cabide ou "propaganda subversiva"?

Outras lojas de grandes redes de departamento também foram denunciadas por exporem seus clientes à esta "terrível" simbologia. Outros colaboradores do jornal descobriram tais porta-cabides em Hamburgo, Bochum, Colônia e Berlin.

A porta-voz das rede "kik" conhece a acusação: "A associação com símbolos hostis à Constituição infelizmente sempre é mencionada. Mas nós não a aceitamos. Nós utilizamos os porta-cabides para apresentar grupos de artigos. Em princípio, ninguém em nossa loja iria fazer a relação com tal símbolo."

De fato, a disposição das roupas desta forma economiza lugar e é prática.

Impedir através de leis e outros artifícios morais a discussão isenta em torno do Nacional-Socialismo não irá ajudar a resolver esta questão. Ao contrário, irá somente reprimir e despertar a natural curiosidade humana pelo "proibido". Desde o final da Segunda Guerra, o mundo ainda vive sob a batuta da Propaganda de Guerra aliada.

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Nossos colegas enviaram outras "denúncias" que com certeza estarão tumultuando a ordem pública. Vejamos:


Fachada de Edifício - New York, EUA

 


Google-Maps faz a apologia ao nazismo?

 


Brasão no metro da Rua 33 - New York, EUA

 


Ministério da Agricultura - Washington DC, EUA

 


"Parque de diversões subversivo"

 


Cuidado: biscoitos contaminados!

 

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