Wolfgang Fröhlich é condenado na Áustria

Engenheiro é a mais nova vítima do "mito do Holocausto"


O revisionista austríaco, engenheiro sanitarista Wolfgang Fröhlich, é a mais nova vítima da perseguição política perpetrada por aqueles que julgam "em nome do povo".

Em 1998, Fröhlich atuou como perito no processo contra o mundialmente conhecido revisionista suíço, Jürgen Graf. Durante as audiências, Fröhlich usou todo seu conhecimento técnico em esterilização para demonstrar aos leigos juízes, a impossibilidade técnica de gaseamento nas alegadas câmaras de gás em Auschwitz e Majdanek.


Engenheiro Wolfgang Fröhlich não permaneceu calado

Fröhlich foi condenado a quatro anos de detenção por negar o Holocausto.

O engenheiro Fröhlich não roubou.

O engenheiro Fröhlich não matou.

O engenheiro Fröhlich não ofendeu a honra de quem quer que seja.

O engenheiro Fröhlich somente expressou sua opinião a cerca de um episódio da história denominado Holocausto judeu.

Ele teria ainda caracterizado a perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial, em um carta endereçada ao Papa Bento XVI, como "mentira satânica de extermínio".

E Fröhlich ainda está ameaçado de receber uma pena de seis anos e cinco meses, pois o tribunal pode considerar o período da atual liberdade condicional. A decisão ainda não está valendo. A defesa anunciou que vai recorrer.

 

Voltar