Saudação a Hitler
é condenada
Neurose coletiva
Durante solenidade de posse na Câmara Municipal de Munique,
Karl Richter foi acusado de ter feito a saudação a
Hitler durante o juramento. Neste último dia 21 de agosto,
ele foi condenado a pagar uma multa de 5.600 euros.

Longe de ser uma piada, o fato nos revela o grau de neurose a que
uma Nação pode chegar. A ideologia derivada do comunismo
levou à morte mais de 100 milhões de seres humanos.
A ideologia Nacional-Socialista levou supostamente ao genocídio
de um número bem menor. Por que uma é permitida, seus
símbolos vagam livremente pelo mundo afora, e a outra é
condenada ao ponto da neurose coletiva deturpar o ordenamento jurídico?
Não queremos acreditar que a resposta esteja na “qualidade
e valor” das vítimas.
Durante o processo, Karl Richter declarou: “Eu não
gostaria de excluir que não tenha me concentrado na posição
correta de meu braço direito”.
Agora, Richter fez uma nova declaração à imprensa,
onde revela:
“Isso tudo é digno de uma comédia teatral
– uma armação política contra um vereador
eleito democraticamente há poucas semanas das eleições
estaduais, e onde o CSU teme perder a maioria absoluta, uma acusação
por conta justamente de uma saudação a Hitler, e a
testemunha principal é coincidentemente o vice do Centro
Cultural israelita de Munique: este processo tem um formato chinês.
Não, sério agora: se a condenação
de meia ou ‘insinuada’ saudação a Hitler
virar moda no futuro, muitos cidadãos que cumprimentam conhecidos
na rua ou que queiram pegar algo da prateleira mais alta no supermercado,
estes deverão se preparar. Eu permaneço nisso: eu
não fiz a saudação a Hitler durante o juramento
na velha Câmara Municipal em Munique, em maio – quem
quiser ver partout uma ‘provocação’ na
posição de meu braço, este também terá
provavelmente um ataque cardíaco junto a vegetarianos ou
ouvindo Wagner; eu não tenho nada com isso”.

Ah, se essa moda pega...!
No Brasil, a exposição da suástica em apologia
ao Nacional-Socialismo é passível de processo criminal.
Ao contrário, a foice e o martelo são permitidos sem
qualquer restrição. Esta total incoerência não
parece incomodar nossos juristas e incontestáveis defensores
da liberdade de pensamento e expressão.
A manutenção de amarras jurídicas que geram
um Estado de Direito hipócrita – sempre em favor de
uma quadrilha sem raízes com a Nação –
será reconhecida no futuro e seu entendimento e superação
levarão à libertação dos povos deste
mundo.

Quando o povo se une, a Plutocracia treme!
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