"Toda vez que ouço a maioria gritar calorosamente num sentido, começo a pensar que realmente a razão está do outro lado" - Carlos Peixoto
7/7/2010
A confrontação de dois espíritos antagônicos
"Heil Hitler - Herr Friedman!" Com estas palavras, Horst Mahler[1] abriu o duelo com Michel Friedman[2] que aceitou seu convite para comparecer neste último dia 4 de outubro de 2007, na sala de conferência do Hotel Kempinski no aeroporto de Munique.

A batalha é travada
agora no plano espiritual
Friedman queria saber o que Mahler pensa sobre os judeus – e foi prontamente atendido. Mais além, Mahler questionou sobre o significado de Adolf Hitler, do Holocausto, do objetivo judaico de domínio mundial, da sagrada inimizade histórica entre judeus e alemães, do renascimento do Reich alemão e sobre o inevitável fim do domínio judaico mundial. – Ficou notório que isso não agradou ao judeu.
Friedman esperava que Mahler fosse se intimidar e não iria mencionar seu ponto de vista, exposto em inúmeros textos, na presença do inquisidor judaico. Esses textos são heréticos e rotulados como "as piores provocações anti-semitas da atualidade".
Mas Mahler se prendeu em suas teses sobre o Judaísmo e sobre a secular inimizade entre o espírito judaico e o alemão, e sua reconciliação final na superação de Jeová, o ciumento e genocida deus dos judeus. A tentativa de Friedman em interromper Mahler através de claras e precisas respostas, impediu que chegássemos a um diálogo que fosse digno de receber este nome. Mahler colocou o perturbador em seu devido lugar com a observação de que a “Máscara de Friedman” não lhe serve. Com a exortação a Friedman para finalmente “fechar o bico e escutar”, ele conquistou seu espaço. Impassível diante das tentativas de sabotagem de Friedman, Mahler salientou as raízes da sede judaica pelo poder mundial contidas na religião mosaica, com uma passagem do Velho Testamento (Deuteronômio 28,1).

O jurista alemão
Horst Mahler
O jurista judeu Michel Friedman
Em outro momento, Mahler foi levado a concluir que Friedman não possui argumentos, mas somente se valeu de desaforos para inescrupulosamente interromper seu debatedor. Diante do conhecido jeito de Mahler em “falar o que pensa”, a tentativa de Friedman em desviar a atenção se mostraram inócuas e impotentes. Segundo a própria presunção judaica, ele tentou – certamente em vão – “insinuar” de forma grotesca que ele quer simplesmente ser um judeu. “Deixe-se circuncisar“, disse Friedman, “vá até o rabino... então você pode aprender todos nossos truques.“
Considerando o todo, o encontro produziu um documentário gravado bastante interessante, o qual os judeus iriam preferir deixar cair sob a mesa.
Fonte: Voelkische Reichsbewegung
[1] [Horst Mahler é ativista político alemão desde a década de 60 e membro de diversas organizações como SPD, APO e, nos anos 70, da organização de extrema esquerda RAF. Condenado a cumprir pena de 14 anos por assalto a banco e libertação de preso, ele teve como advogado de defesa o antigo ministro do interior alemão, Otto Schilli. Em 1974, quatro anos após sua prisão, Mahler se afasta da RAF e permanece preso até 1980, quando conquista a liberdade provisória com a ajuda de seu advogado, o futuro chanceler alemão Gerhard Schröder. A partir de então, Mahler se volta ao tema sobre a libertação espiritual da Alemanha, a qual ele considera ainda ocupada psicologicamente pelos vencedores do último conflito bélico. Adere ao partido nacionalista NPD e o defende de 2001 a 2003 - com sucesso - no processo de proibição por parte do Supremo Tribunal de Justiça. Em 2003, ele participa da fundação da Associação para reabilitação dos perseguidos por questionarem o Holocausto. De 2004 a 2005, Mahler se defende de uma acusação de anti-semitismo e aproveita os tribunais para apresentar suas teses sobre o judaísmo.]
[2] [Michel Friedman é membro do Conselho Central dos Judeus na Alemanha, onde atuou como vice-presidente entre 2000 e 2003. De 2001 a 2003, foi escolhido presidente do Conselho Judaico Europeu. Atua politicamente desde os anos 80 pelo partido CDU e como moderador de programas televisivos a partir dos anos 90. Em 2003 foi acusado de atuar no aliciamento de prostitutas ucranianas e de consumir cocaína. Neste mesmo ano foi condenado a 150 dias de prisão ou 17.000 euros por posse de drogas. No submundo do crime, Friedman era conhecido como Paolo Pinkel.]
Artigo publicado originalmente a 15/10/2007.
Leiam também a saga de Horst Mahler contado por ele mesmo em:
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