"Aquele que escuta a si mesmo, ouve a voz da sua consciência, que não é outra coisa senão a voz de seus ancestrais, pouco importa o que o resto do mundo pensa dele; ele encarna a sua verdade e luta por ela, sozinho contra todos se for necessário” - Heinrich Himmler

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Efeito colateral do golpe de Madoff

17/12/2008

Conforme a própria liga anti-difamação (ADL) reportou em 2 de outubro deste ano, cresce por todo o mundo o número de mensagens e artigos contra judeus, devido às falcatruas que estão sendo descobertas com o agravar da crise financeira.


Após o golpe do Lehman Brothers (J), dos bilhões de dólares disponibilizados por Bernanke (J) para salvar a plutocracia a custo da dívida pública (em última instância vai penalizar os contribuintes norte-americanos), a situação irresponsável provocada por Greenspan (J) parece ter agora uma nova vedete: a pirâmide fraudulenta de Madoff (J).



Bernard Madoff


Neste último golpe financeiro, é admirável que o Security and Exchanges Comission não tenha levado a sério as denúncias que começaram já em 1999, conforme noticiou o estadao.com.br. Provavelmente elas não tenham sido investigadas mais a fundo, pois alguém com "correta consciência política" deve ter alertado que se tratava "sem dúvida alguma" de mais uma Teoria da Conspiração, afinal de contas, Madoff é judeu.


É claro que uma acusação generalizada contra os judeus não procede. Muitos integrantes desta peculiar comunidade religiosa são simples seres humanos, sem qualquer envolvimento com atos ilícitos. Porém, carregam inevitavelmente o peso das acusações dirigidas inconscientemente contra eles, mas que na realidade são dirigidas contra as ações virulentas de seus pares sionistas.


Interessante notar que no Jornal Nacional de ontem, após menção ao caso Madoff, a redação do programa tratou logo de mostrar que o cineasta Spielberg (J) também foi vítima da fraude. Hoje de manhã, o Bom dia Brasil também salientou que mais vítimas estão indignadas: dentro do imenso universo multi-étnico dos EUA, o destaque foi somente para as vítimas da comunidade judaica.


A tentativa de neutralizar este mais recente surto da "doença do anti-semitismo" acaba por evidenciar um fato curioso: como a influência judaica controla ainda os meios de comunicação de massa do Ocidente.


Mas não a Internet, pelo menos por enquanto.


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