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Arquivada denúncia contra o inacreditável

31/7/2009

Vitória da justiça ante a intolerância e mentira


Como já esperado pela equipe do inacreditavel.com.br – mas não tão cedo! – já em 2006 o site fora denunciado junto ao Ministério Público Federal por apresentar suposto conteúdo racista. Como o assunto é de interesse geral, pois muitos se sentem constrangidos e pensam que estão agindo fora da lei quando discordam da versão oficial do suposto Holocausto judeu, relatamos a seguir em detalhes as diversas fases, desde a incauta denúncia até a manifestação do Ministério Público e decisão do juiz.


A Denúncia


A denúncia originária de Belo Horizonte-MG, foi feita via Web pelo cidadão Leandro ***** *****, conforme indica mensagem eletrônica recebida pela Procuradoria da República. Porém, não havendo “lesão a bens, direitos ou interesses da União”, a denúncia foi encaminhada ao Ministério Público Estadual de Minas Gerais.



Ministério Público entra em ação


Uma vez que o domínio inacreditavel.com.br encontra-se registrado sob o CNPJ de uma empresa no Estado de São Paulo, a 11 de outubro de 2007 a denúncia chega ao Ministério Público paulista, às mão do promotor Felipe Eduardo Levit Zilberman.


Seria interessante avaliar neste caso qual foi o critério utilizado pelo promotor público para que uma denúncia realizada pela internet, talvez por alguém que até mesmo nem exista, fosse considerada relevante e procedente diante das mazelas sociais do país, pois ocupa horas e empenho de diversos servidores públicos, os quais certamente estariam fazendo melhor uso do dinheiro público combatendo a violência, a corrupção, o crime organizado e a sonegação fiscal.



Ainda em outubro de 2007, a Divisão de Investigações Gerais (DIG) da Polícia Civil paulistana instaura então inquérito policial para apurar a denúncia. Como a 4ª Delegacia somente possuía atribuição no município de São Paulo, a 20 de fevereiro de 2008 o delegado titular sugere “a remessa do presente expediente para a Delegacia de Polícia de Campinas-SP, para continuidade das investigações”.



A Intimação


Finalmente, o 3º Distrito Policial de Campinas recebe os autos do inquérito e intima o responsável pelo domínio inacreditavel.com.br, o engenheiro Marcelo Franchi, a prestar esclarecimentos. A 27 de maio de 2009, o engenheiro declara que


“morou por cinco anos na Alemanha onde teve contato com diversas questões polêmicas relativas a esse período histórico, por ter notado que muitas delas não chegavam ao conhecimento do grande público teve interesse no ano de 2006 de criar o site www.inacreditavel.com.br com o intuito de possibilitar o debate de aspectos históricos controvertidos que jamais permitiu a publicação de textos, ou arquivos que incitassem a violência, que promovessem a discriminação gratuita de qualquer ser humano ou que propiciassem a prática de qualquer tipo de conduta delitiva”.



Arquivamento


Uma vez concluída a fase policial, o Ministério Público emitiu seu parecer onde solicita o arquivamento da denúncia e não vê absolutamente qualquer indício de antissemitismo, discriminação ou preconceito racial contra quem quer que seja. Uma louvável decisão que mostra a isenção ainda existente em nosso poder judiciário, frente à influência cada vez maior de sinistros grupos de interesse, onde certas minorias, se julgando eleitas, pensam poder atropelar a comunidade do povo.








Este é nosso segundo caso conhecido, onde uma denúncia contra aqueles que questionam este episódio da história denominado Holocausto judeu, foi rechaçada de forma indiscutível por aqueles que representam o interesse público. Em abril deste ano, o Procurador da República Pedro Paulo Reinaldin promoveu o arquivamento da denúncia contra uma comunidade do site de relacionamento Orkut, denominada Holocausto: Verdades e Mitos.


Agora que a denúncia foi arquivada, o engenheiro Marcelo Franchi anunciou que vai consultar seus advogados e estudar as possibilidades de processar por danos morais o sr. Leandro ***** *****. Ao invés de procurar o diálogo, expondo seus pontos de vista e, desta forma, interagindo para chegar ao consenso e enriquecimento espiritual, o denunciante preferiu procurar o poder público, que de forma definitiva se posicionou pela absoluta improcedência da denúncia. O site inacreditavel.com.br está registrado em território nacional, “dá a cara a tapa” e não teme expor e discutir a verdade histórica. Vale, mais uma vez, a recomendação para que leiam o nosso “aviso ao navegantes” e saibam “quem somos”.


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