"Pois consumirás a todos os povos que te der o Senhor teu Deus; os teus olhos não os poupará; e não servirás a seus deuses, pois isto te seria por laço." - Deuteronômio VII, 16

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O homem “descendente do macaco”

4/2/2010

O fim de uma ilusão!


Quando Charles Darwin (1859) mencionou em sua obra monumental “On the Origin of Species” a descendência do ser humano, a idéia em torno de sua descendência a partir dos macacos era bastante popular. Foi James Burnett (Lord Mondobbo), entre outros, que em 1784 considerou a origem do homem a partir de um “antropóide”: em princípio pura especulação. Thomas Huxley (1863) e Ernst Haeckel (1874) se encarregaram de popularizar este dogma.


Conta-se que a esposa do Bispo de Worcester teria reagido com espanto diante da visão de Darwin:


“My Dear, esperemos que isso não seja verdade; mas se for verdade, esperemos que ninguém descubra!”


E a cara dama pôde se reconfortar em seus pensamentos, pois na época de Darwin e também depois, nem todos os cientistas queriam aderir a este círculo de adeptos da cadeia de evolução humana a partir do “antropóide”. Além disso, não devemos nos iludir que tudo aquilo, que assumimos como evolução humana, apesar da “convicção” de muitos antropólogos, permanece ainda como de natureza hipotética...!



Trata-se de “novos” ou “antigos” macacos?


Devido aos fatos averiguados através da anatomia comparativa (inclusive fisiologia) e do histórico de desenvolvimento, nós podemos apenas assumir que o homem tem um progenitor comum com os macacos.


Dentre todos os “antropóides” vivos [1], o chimpanzé, principalmente o pequeno Bonobo (Pan paniscus), é o que guarda as formas mais semelhantes ao homem.


Semelhanças formais entre espécies próximas não bastam para nos orientar sobre as condições de descendência, pois elas permitem diferentes interpretações. Foi assim que infelizmente começou a atual especulação da descendência do homem. Embora esteja comprovado pelo histórico de desenvolvimento, quase nunca mais foi considerada a hipótese que os macacos descendam de formas mais humanas, porém, o próprio homem não descenda certamente dos macacos ou de formas semelhantes [2] a estes!


Se muitos antropólogos ainda consideram que o homem descenda dos “antropóides”, eles rejeitam claramente as formas semelhantes aos “antropóides” vivos atualmente como parentes do homem. Isso seria positivo, pois sob “antropóides” poder-se-ia considerar formas antigas que são mais semelhantes ao homem. Através da representação gráfica, sempre é passada a impressão para os amadores, que a descendência do macaco seja algo “comprovado”:


Sobre uma espécie de pedestal, estão lá nos museus da esquerda para a direita, numa postura ascendente: gibão, orangotango, gorila, chimpanzé e o homem. Mesmo existindo a “observação”, que formas mais antigas de primatas deveriam estar aqui...



Mais um dogma da ciência em torno da origem do homem


Hominídeos da retorta


A procura pelo famoso elo-perdido (Missing Link) parte da forma antropóide atual, ou de formas que se assemelhem morfologicamente: por exemplo, Proconsul ou Kenyapithecus. O desenho da árvore genealógica, mostrando o homem como último elo da cadeia dos macacos, esteve na moda durante a época de Haeckel. A partir de reconstruções imprecisas tentou-se alcançar o perfil (forma do crânio, forma de locomoção) do Homo sapiens recen! E de vez em quando são escavados curiosos “hominídeos”, como o Pithecanthropus em Java, o Sinanthropus na China ou o Australopithecinen-Reihe na África. Neste último caso fica evidente como os paleontólogos, que aparentemente encontraram um favorável pedaço de terra, exploram volta e meia o Vale do Rift (onde repetidas catástrofes naturais depositaram enorme quantidade de fósseis), para encontrar “nossos parentes”... Isso pode ser bom para a imagem pessoal e para a situação financeira do instituto em questão, porém, nada a ver com pesquisa séria que nos leve avante! Os chamados “ancestrais”, que a paleontologia quer nos vender, representam seres desominidizados, caso do Australopithecinen que está mais para os atuais macacos grandes, como eu sempre achei, [3] e como isso pressiona os antropólogos descrentes, como logo veremos adiante.


Esta tendência da “comunidade científica mundial”, composta de meia dúzia de cientistas vendidos como no Climagate, visa retirar o chão para os defensores da origem primordial do homem no próprio homem. Esta teoria não deixa de encontrar seus simpatizantes entre os estudiosos racialistas e congêneres – NR.


Quanto mais humano, mais primitivo


Desde o último século, os seguidores de Darwin foram tão longe em sua lógica, que eles tentavam negar as diferenças mais marcantes entre homem e macaco, como tentou fazer Thomas Huxley para os pés, para poder assim derivar a constituição corporal humana a partir das formas daqueles que viviam nas árvores, como os macacos.


Ao contrário, como postulado pela teoria do desenvolvimento da ciência, a evolução dos animais vertebrados parece ter experimentado uma tendência de declínio dos mais altos (primatas) para os mais baixos. Aqui representa a formação do crânio humano, redondo, a forma mais alta e, sendo assim, a mais primitiva (antiga). Ele foi ponto de partida comum a todos os outros mamíferos para seu próprio desenvolvimento craniano. Porém, não é a caixa craniana, mas sim o cérebro ali inserido é o órgão primário dentro da evolução. Minha opinião é que a forma arredondada do cérebro do humano-primitivo formou-se durante um antigo período aquático. [4]


A predisposição para caminhar com dois pés aconteceu quando a parte superior da espinha dorsal fixou-se na base do crânio de um corpo em posição ereta, possibilitando a visão para frente. A teoria do caminhar originalmente a dois pés apóia-se em reconhecer que o “projeto homem” seja antigo. Tudo que pareça com um crânio de formação arredondada, delgada, é humano.


Os crânios dos macacos com um significativo e protuberante focinho, ao contrário, é uma forma especializada que apareceu através da adaptação à vida nas árvores – e simultânea alteração de outras partes do corpo. São seres desominidizados (desumanizados)! Aqui pertencem também todos os tipos de Australopithecus.


No país das lendas dos paleontólogos


Entre a forma humana originária e o moderno Homo sapiens recens devem existir somente formas intermediárias, cujos crânios se assemelhem totalmente ao homem atual. Os estágios anteriores (Homunculus) devem se diferenciar de nós somente através de uma pequena constituição corporal. [5] O Homo sapiens anterior (ver figura), como ancestral comum dos grandes macacos africanos, os Australopithecinen, se assemelha ao homem selvagem (erectus, neanderthaliensis, pongoides) e ao homem moderno, era 100% nossa imagem!


Ao invés disso, muitos cientistas afirmam a partir de seu mundo de fantasia (era uma vez...) coisas da fronteira entre mitos e realidades das leis naturais. Na GEO (janeiro de 1995) lê-se, por exemplo: “Há 4 até 5 milhões de anos levantou-se sobre dois pés um ser semelhante ao macaco e saiu da selva africana para as perigosas savanas. Começou assim uma carreira espetacular: a mudança de animal para Homo sapiens”.


O problema agora é que os últimos ossos do Australopithecus ramidus são de 4,4 milhões de anos atrás, e que eles pertencem a uma criatura dos trópicos anatomicamente dotada como um bípede, como é visível a partir das averiguações paleontológicas! Aqui a articulação dos joelhos e o queixo eram idênticos aos dos chipanzés. Os dentes pareciam em parte bastante humanos (nenhum canino protuberante), por outro lado, a tênue mucosidade aponta para alimentação através de frutos – e a um parentesco com o chimpanzé.


Alguns cientistas começam (finalmente) a se questionar, [6] se a posição ereta sobre dois pés não seria uma característica antiga, que foi perdida pelos macacos que vivem nas árvores...?


O super-homem irradiando seus genes por todo planeta, originando as formas mais toscas e degeneradas?! Certamente um pensamento que não agrada a alguns que se julgam eleitos – NR.


Os Pithecanthropus se lançaram ao mar?


É o resultado surpreendente se tomarmos ao pé da letra as recentes pesquisas [7] na região de Flores, uma das Pequenas Ilhas de Sonda, na Indonésia. Ela se encontra à leste da Linha de Wallace e, durante o quaternário, esta ilha não estava unida ao continente malásio (Bornéu, Java etc). Ela foi separada permanecendo assim até hoje através de uma intransponível extensão de mar, a não ser, é claro, que eles tenham navegado...


A questão é apenas é quem são “eles”? Após as investigações meticulosas conduzidas pelo holandês Paul Y. Sondaar e sua equipe, estas viagens marítimas têm uma idade de 700.000 anos, segundo a cronologia convencional.


Todos conhecem o “Homem de Java”, que errava por essas ilhas nesta época. Em Flores foram encontrados somente artefatos líticos (ferramentas de pedra ou semelhantes), porém, essa indústria foi colocada imediatamente na conta do Homo erectus. E como não havia uma ligação por terra, lhe foi logo colocado também o boné de capitão!


Embora seja levado a sério do ponto de vista paleontológico, tal procedimento, a saber, pressupôs a capacidade do Homo erectus para navegação, o que não deixa de ser pura especulação.

Mais plausível parece ser enviar um Homo sapiens numa viagem, quer dizer, um homem, que há meio milhão de anos parecia completamente como os de hoje! Aquela colonização seria certamente atribuída a ele.


Mas eram somente macacos...


No início da Era do Gelo, há cerca de um milhão de anos, o Homo erectus ou Pithecanthropus deve ter conquistado o mundo, quando todos os Australopithecinen e “Homo” habilis, de quem era originário (?), haviam desaparecido. Ele se transformou então em Homo sapiens, o que biologicamente soa absurdo.


Mais um dos mistérios da ciência. Da mesma forma acontece com outra vertente da ciência, a Ciência Histórica, que insiste em dar como inquestionável um episódio recente denominado Holocausto judeu, mandando para a cadeia aqueles dissidentes que não coadunam com o “consenso” científico determinado pelos plutocratas. Tudo isso diante do silêncio de nosso inimigo comum – NR


Interessante notar que novas investigações na área do interior do ouvido com ajuda da tomografia computadorizada [8] resultaram ao invés disso, que o Homo erectus era um excelente bípede com uma postura ainda mais ereta.


Esclarecedor é que se trata de um tipo paralelo de Homo sapiens, que surgiu através da desominidização. Ele habitava as estepes e savanas ou se mantinha nos arredores das florestas. Na Europa e na Ásia Ocidental apareceu durante o período glacial um outro tipo paralelo, o Homo pongoides (= neanderthalensis), mais adaptado ao frio e a escaladas. Ambas as variedades humanas representavam um beco evolutivo. Talvez vivam alguns representantes deste casamento [9] como os denominados humanóides deixados ou escondidos em algum lugar do planeta. [como faz provavelmente a obra de I. Sanderson (10) – Nota da redação]


Com a mesma tomografia computadorizada, em Utrecht, os cientistas puderam provar que o órgão do equilíbrio no interior do ouvido dos Australopithecinen se assemelha aos dos grandes macacos atuas... No caso do exemplar cadastrado como “Homo” habilis, o respectivo órgão se igualou às estruturas homólogas dos Cercopithecinen (macacos do velho mundo). Indiscutível é a conclusão: o “Homo” habilis era menos bípede do que o Australopithecus africanus que viveu antes dele!


No geral tem-se a impressão que no caso dos Australopithecinen, trata-se de um tipo de desenvolvimento “degenerado” do ser humano devido à ultra-especialização pela locomoção em árvores! Esta linha de desenvolvimento continua provavelmente nos grandes macacos que habitam a África.


“Lucy”, que foi festejada como a matriarca da humanidade, era uma macaca. Ela representa um fardo na árvore genealógica humana. A ilusão sobre nossa origem dos macacos, após de um século e meio de especulação, caminha inevitavelmente para seu final.


Os cientistas percorreram tantos caminhos errados – e também vão percorrer também no futuro – nós sabemos com certeza, agora, mesmo que isso não agrade também a vários autores, que o homem não descende do macaco, mas sim o contrário.


Os macacos se originaram de um ramo humano muito mais antigo!


Mas como surgiram então as formas “degeneradas”? Não queremos nem imaginar que a prática da zoofilia tenha sido a chave para isso. Mas diante de casos cada vez mais inacreditáveis e degradantes de nossa sociedade ocidental, nada mais nos surpreenderia – NR.



Ilustração de Édouard-Henri Avril


Recentemente foi divulgado na internet um artigo com a foto abaixo. Esperemos que nenhum sitiante turco largado pela esposa tenha procurado saciar seu libido numa pobre ovelha – NR.



Ovelha nascida na Turquia com face parecida à humana


efodon.de


Notas:

[1] Aqui colocado entre aspas, pois esta descrição é confundida freqüentemente com Antropomorfos (semelhantes ao homem). No sentido zoológico, sob “Anthropoiden” entende-se os Platyrrhinen sulamericanos e os Katarrhinen antigos. Os últimos são então divididos em Cynomorphen (tipo de macacos do velho mundo, mandril) e Anthropomorphen (entre eles o homem).
[2] Veja os artigos de François de Sarre: “O homem como ser primordial. Sobre a questão, quão antiga deve ser nossa espécie? (ou pode ser)”, em EFODON NEWS 6/1992, página 8-11, e “The Theory of Initial Bipedalism on the question of Human Origins”, Biology Forum, 87: 237-258, Universidade de Perugia (Itália), 1994.
[3] François de Sarre: “O que não está certo com o homem pré-histórico?, em Magazin für Grenzwissenschaft 8/1994, página 462-469, e “Die Naturwissenschaft auf Irrwegen”, em: EFODON SYNESIS 1/1994, página 21-26


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